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sábado, 23 de julho de 2016



MERCADO CRÍTICO. GOVERNO SUFOCANTE.


Não é surpresa que estamos vivendo um momento muito desafiador em nosso país. Todos vem sentindo em diversas classes sociais. E tem arrancado o deslocamento de classes econômicos sociais vindo a sair de A para B e assim sucessivamente.
 É fato que várias empresas vivem sem incentivo fiscal mesmo estando cambaleando na sua estrutura econômica, e assim vivem a cada dia no desespero de sobreviver ao mercado crítico e ao sufocante governo com seus impostos impiedoso.
Analisando pesquisas na internet, pode observar que o setor que mais demitiram em 2015 foram a Indústria  com 608 mil demissões, depois seguido da Construção Civil com 416 mil demissões, na sequência o setor de Serviços arrastando 276 mil demissões e em quarto lugar o Comércio com 218 mil demissões.
É só parar e observar que os jornais e noticiários não foca mais em tantas notícias como a taxa de desemprego e relocação ao mercado. Agora o que não é surpresa é esperar uma atenção do governo quanto ao incentivo fiscal e projetos de leis e iniciativas para reverter ou minimizar a situação. Enquanto os cofres públicos sofrem com enormes buracos negros decorrente de bilionários desvios e lavagens de dinheiro, o mesmo poder executivo, judiciário e legislativo estão preocupado em aprovar propostas e posicionamentos politizados com o mero interesse próprios. A exemplo agora no dia 12 de julho 2016 a aprovação do aumento no salário de servidores públicos que dará mais um impacto de 53 bilhões até 2019. Mais um furo, pois cadê a devolução dos dinheiros desviados? Se este retornasse, com certeza o equilíbrio econômico do país seria uma questão de curto prazo.   
É preciso acordar e sair desta alienação viciosa, a população estática com Olimpíadas, que vai ser realizada no estado que está afundada na lama, nem fundos da prefeitura tem para tirar o sucateamento da saúde e colocar os salários dos funcionários dela, e mais ainda, no quesito de eleição que está já batendo na porta, é triste, mas a maioria vai votar em muitos que não fizeram nada em quatro anos de mandato, mas agora ressurgem das cinzas e se torna o melhor interprete neste teatro de eleição. Esta crise é mais política que econômica. Acorda pessoal!
            Abraços. Até logo.


Referências de pesquisa:
http://www.e-konomista.com.br

http://economia.estadao.com.br

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