Um blog voltado para você que gosta de atualidades, boas notícias, entrevistas, conteúdos dinâmicos, ecléticos e sempre cheio de novidades. Esta página não tem fins lucrativos e nem recebe incentivo de partidos ou governos. Trata-se de uma área totalmente independente. Navegue, leia, divulgue, fique a vontade. Não saia sem deixar seu importante comentário.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020




ANDRAGOGIA E HEUTAGOGIA

O termo Andragogia provém do grego andros = adulto + agogus = guiar, conduzir, educar. Foi fundado em 1833, pelo professor alemão Alexander Kapp para descrever o método de ensino utilizado por Platão com pequenos grupos de adultos: Os grandes mestres dos tempos antigos - Confúcio e Lao Tsé na China; os profetas hebreus e Jesus nos tempos bíblicos; Aristóteles, Sócrates e Platão na Grécia antiga; e Cícero, Evelídio e Quintiliano na Roma antiga foram professores de adultos, não de crianças. As experiências deles aconteceram com adultos e, portanto, eles desenvolveram um conceito muito distinto do processo ensino/aprendizagem do que aquele que acabaria por dominar a educação formal. Esses professores notáveis acreditavam que a aprendizagem era um processo de investigação mental, e não a recepção passiva de conteúdos transmitidos. Por esse critério, eles desenvolveram técnicas para envolver os discentes com a investigação.
O vocábulo "andragogia" permaneceu esquecido por quase um século, até ser utilizado, primeiro por Rosenstock em 1921, em um artigo no qual defendia que a educação dirigida a adultos exigia bases filosóficas e metodológicas distintas, e então, em 1926, por Eduard C. Linderman, em uma pesquisa intitulada The meaning of adult education [O significado da educação de adultos].
No entanto, as ideias sobre uma educação especificamente voltada aos adultos só alcançaram ampla disseminação na década de 1970. Para Knowles (1998), o aprendiz adulto se caracteriza fundamentalmente pelo auto direcionamento decorrente de uma maturidade orgânica e psicológica. Ou seja, para ser adulto, o indivíduo atingiu um estágio de maturação física (prontidão), que lhe confere a capacidade de reprodução, bem como um estágio de maturação psicológica, que lhe possibilita assumir responsabilidades pela própria vida, no âmbito social, profissional e familiar.
Krajn (1993) recomenda um período andragógico estruturado em cinco fases:

1. Identificação das necessidades educativas: O andragogo tem que identificar as verdadeiras necessidades educativas dos adultos. Estabelecem-se metas e objetivos com a finalidade de satisfazer às necessidades individuais e sociais do sujeito;
2. Planificação do programa: A eficácia da educação de adultos depende, quando a iniciação da formação, se tenha em conta a experiência prévia e o nível educativo dos alunos. O programa deve estar aberto a mudanças que poderão surgir quando se revelam novas necessidades educativas;
3. Planificação dos métodos: Devem estar adequados aos hábitos e às técnicas dos adultos;
4. Aplicação do programa: Essencialmente o trabalho em grupo, porém o estudo independente também permite aos indivíduos uma maior responsabilidade pela sua própria aprendizagem;
5. Avaliação dos resultados e rediagnóstico da aprendizagem: Tendo em conta que a educação de adultos se afirma como uma espiral de ciclos andragógicos, orientados para um objetivo educativo definitivo que, na realidade, nunca se consegue alcançar, uma vez que se centra no pleno desenvolvimento do ser humano, torna-se difícil a sua avaliação. Os métodos atuais de avaliação são insuficientes para avaliar mudanças quer na personalidade, nas atitudes e até mesmo nos valores produzidos pela educação dos indivíduos (KRAJN, 1993 apud OSORIO, 2003).
Além disso, o adulto segue acumulando cada vez mais experiências, que compõem um importante banco de recursos para o desenvolvimento da sua aprendizagem. Por essas razões, a educação de adultos demanda uma filosofia, conceitos e métodos específicos que valorizam a autonomia do aprendiz. Essa autonomia está cada vez mais estabelecida, especialmente, com a inclusão de novas tecnologias no ensino de adultos, através da Heutagogia que significa no grego “auto guiar” no ensino superior é o conceito de aprendizagem que mais cresce atualmente e que gera uma responsabilidade educacional em que o discente é o maior e pode-se dizer em muitos casos o único gestor do seu processo educacional. A grande quantidade de cursos na modalidade de Ensino A Distância (EAD) proporciona ao discente um modelo de ensino não presencial, com carga horária flexível, e conteúdo disponível por meio de plataformas criadas com ajuda da tecnologia da informação, que permite ao discente planejar como, onde e qual melhor horário para estudar.
Com as constantes e novas exigências do mercado profissional, bem como da necessidade de uma formação continuada e permanente, o Ensino à Distância (EaD) vem tornando-se uma opção oportuna ganhando seu devido espaço no campo educacional. Essa conquista foi possível por conta da vasta propagação da Internet e dos avanços tecnológicos dos últimos anos. Tais inovações tornaram possíveis às pessoas já inseridas no mercado de trabalho, retornarem aos seus estudos, ampliando seu leque de conhecimentos e possibilidades de crescimento pessoal e profissional. A EaD encontra-se em franco crescimento, sendo alvo de intensa discussão.  “Na formação dos professores, é fundamental a reflexão crítica sobre a prática de hoje e de ontem, para que se possa melhorar a prática do amanhã” (FREIRE, 2010, p. 39).
A partir das ideias do EaD e do mundo do trabalho, já se passou a ver a Andragogia de outra forma, sugerindo que este método de aprendizagem deveria ser conhecido como Heutagogia. Blaschke (2012) afirma que, a Heutagogia é de grande interesse para o EaD, pois compartilha alguns atributos chaves, como a autonomia e o auto direcionamento do discente, além de ter raízes pedagógicas no ensino e aprendizagem de adultos. A característica do EaD é a aprendizagem autodeterminada. Assim, tanto o EaD quanto a Heutagogia têm o mesmo público em comum, os discentes adultos maduros. Para Blaschke (2012, p. 59), a Heutagogia tem potencial de se tornar uma teoria do EaD, porque amplia a abordagem andragógica, ao abandonar o caminho da aprendizagem, tornando-se um processo para o discente, que negocia a aprendizagem e determina o que e como vai ser aprendido.
A Heutagogia é o progresso dos métodos educacionais anteriores, conhecida como a aprendizagem autodeterminada, na qual o discente aprende em seu tempo e não no do professor. O quadro 2 revela diferenças entre a Andragogia e Heutagogia, revelando que elas ultrapassam as aulas expositivas, centradas no docente, promovendo interação entre o discente e o professor. Existe um processo de amadurecimento, dentro do qual o individuo passa da dependência para a auto direção e depois para autodeterminação.
 Blaschke (2012, p. 61) aponta características especificas do EaD que são alinhadas com a Heutagogia como:

Tecnologia: reconhece a necessidade premente e conveniente da associação de recursos tecnológicos no processo de EAD, alinhando as para que façam parte da prática do sistema de aprendizagem não presencial. A Heutagogia seria um conceito capaz de absorver as tecnologias emergentes principalmente em ambientes virtuais, embora aponte ainda a necessária continuidade nas discussões a respeito para firmá-la como um princípio do EAD;
Perfil do discente: Na prática, o EAD está voltado à aprendizagem, tendo como público alvo o adulto, sendo idealizado de forma gradativa focando angariar adeptos cujo perfil se enquadre em um nível educacional e cultural mais elevado. O EAD tem sido moldada pela teoria de Knowles, que reconhece a Andragogia como um conjunto de métodos para ensinar adultos. A Heutagogia pode ser considerada, neste contexto, como aplicável também aos adultos, em ambientes de aprendizagens não presenciais;
Autonomia do Discente: A prática Heutagogica requer certo grau de autonomia no processo de aprendizagem por parte do discente, premissa que se encontra arraigada no próprio sentido da Heutagogia.
Com base nestes modelos podem-se considerar os seguintes métodos utilizados no EAD: Chat, Correio Eletrônico, Fórum, Jogos Educativos ou de Simulações de Negócios, Sites para Consultas, Material impresso, Áudio ou Vídeo Aulas, Teleconferência/Webcast, Conteúdo de Autoaprendizagem, Prova de Avaliação Presencial, Trabalho Individuais ou Grupo e Monografia (MAIA; MEIRELLES, 2007). Outras estratégias de ensino usadas em aulas presenciais podem ser adaptadas para o EAD, tais como Método do Caso ou Mini Caso, Ensino com Pesquisa, Mapa Conceitual e Resumo.
Entende-se com esta análise comparativa que a mudança ela necessita acontecer, tanto no ensino como nas ferramentas da tecnologia, e muito mais a adaptação do professor com um aprendizado contínuo afim de adaptar-se a expectativa do adulto com as constantes mudanças do mercado docente e profissional. Abraço. Edgar de Moura. (Obs.: Texto  extraído da minha monografia de especialização em Gestão Estratégica de Negócio realizado em 2017/2018 na FAFIRE/Recife com o título Ensino A Distância, Treinamento e Aperfeiçoamento de Pessoal: A Andragogia e a Heutagogia no ambiente corporativo).


sexta-feira, 22 de novembro de 2019




NECESSIDADE DO APRENDIZADO CONTÍNUO


Analisando a possibilidade do aprendizado do cérebro humano, percebe-se que nunca chegamos no limite deste armazenamento, desta grande caixa de arquivos chamado de massa cefálica. Basta pesquisarmos e encontraremos vários arquivos e estudos que comprovam historicamente que o ser humano, mesmo na sua mais alta classe de domínio do conhecimento, ainda não atingiu um percentual máximo de armazenamento de um cérebro. Segundo Platão, este comparava a memória humana a uma lâmpada riscada, que mantinha a impressão, até por consequência, ser apagada pelo desgaste do tempo. Já para outros filósofos, o coração e não o cérebro, controlava a emoção. Mas, é entendível e comprovado, que este grande músculo quando exercitado, é um centro de arquivo infinito.
Para o neurofisiologista da Unifesp, Luiz Eugênio Mello, ele afirma que: “O cérebro guarda apenas fragmentos do que aconteceu e, na hora de montar o quebra-cabeça das lembranças, contam as emoções e a maneira como a pessoa percebeu o fato ocorrido. Quem tem memória é o computador. O que nós temos é uma vaga lembrança”. Entende-se com esta afirmação de que somos fragmentos de fatos, que há dois tipos de lembranças, a de curta e a de longa duração ou prazo. Quem nunca buscou algo que fez ou vivenciou a muito tempo, seja acontecido há muito tempo ou até mesmo, que acabou de acontecer? O fato é que de alguma forma acontecerá o armazenamento.
Estudo realizado por cientistas da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, as memórias são organizadas no hipocampo, que armazena com diversos padrões os acontecimentos. Já que existe esta possibilidade, é de suma importância o hábito da leitura, estudos, busca de novos conhecimentos e a troca de experiências ao longo da vida. É necessário constantemente o exercício deste músculo humano, buscando o aprendizado contínuo, pois a consequência será crescimento e armazenamento constante de memória.
Para Freire, (1996, p.43) afirma que “ é pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem é que pode melhorar a próxima prática”. Desta forma, o nível cognitivo juntamente com a experiência faz grande diferença quando se há um entendimento reflexivo e ao mesmo tempo a compreensão de que o aprendizado deverá ser uma busca constante, principalmente para o uma competitividade no mercado corporativo de hoje, onde o inovar, criar, garantir a existência e permanência profissional no ambiente das organizações a cada dia se faz tão necessária.
Mesmo com o tão grande crescimento da inteligência artificial e da indústria do 4.0, entende-se que parte do pressuposto de que estes foram desenvolvidos de uma fonte de inteligência humana. E mesmo com esta chegada com várias ramificações, a adaptação é um fator presente que exige que o indivíduo tenha a flexibilidade e abertura a novos aprendizados contínuos e diários. Caso contrário, será mais um nas estatísticas de profissões extintas e um integrante dos indicadores fora da curva de ocupação profissional no mercado. Pense nisto, o conhecimento nunca é demais e apesar de tudo que você conhece até os dias de hoje, o percentual atingindo de armazenamento cerebral pelo ser humano até hoje foi de 10%. Ainda há 90% disponível a ser explorado. Abraço. Até a próxima edição. Edgar de Moura. 20/11/2019.


Fonte de referências:


terça-feira, 15 de outubro de 2019




CRIATIVIDADE GERA NOVIDADES

Nunca foi tão necessário a habilidade em criar do que nos dias de hoje na vida das pessoas, seja no ambiente profissional, pessoal e até mesmo no relacionamento a dois, em tudo que envolva planejamento, processos e metas em busca de melhorias. Pois bem, há uma necessidade extrema e constante decorrente da evolução tecnológica em perfilar um indivíduo de fácil adaptação as mudanças pequenas, médias e grandes mudanças. Segundo o autor Kneller descreve que:

“As pesquisas à época concentraram-se na criatividade como processo mental e emocional, abordagem que exige mais, por suas sutilezas, já que sua "substância" encontra-se no interior da pessoa criadora. Contudo, o elemento novidade deve ser incluído em toda definição de criatividade, uma vez que quando se descobre e expõe uma ideia, um objeto, um comportamento que seja novo para quem o cria, a novidade criadora emerge e isto acontece, em grande parte das vezes, do remanejo e/ou acréscimo de conhecimento já existente. “ Kneller (1978)  


Pode-se observar que, a criatividade parte do pressuposto intrínseco das pessoas, ou melhor, do interior ao exterior do seu criador, mas que segundo ao autor afirma em sua citação que é necessário está atrelado ao pilar da necessidade da busca pela novidade. Entende-se que para se lançar uma novidade, o seu detentor, antes de mais nada, precisa ter o domínio do que se pretende alcançar e paralelo o domínio do conhecimento. É fato que para esta criação ou lançamento de uma novidade, o fator criar, é inevitável o quesito conhecimento, não só de passado e presente, mas é preciso que ocorra a projeção da visão futuro.
                Para Resende (2017), “a visão de futuro oferta criatividade, capacidade de pensar em soluções com o olhar voltado para uma nova realidade ativa, habilidade de fornecer soluções e inovação. “ Com isto, é perceptível a confirmação de que, para se dominar e aplicar a devida criatividade, antes se faz necessário o amadurecimento de uma visão do todo, a visão sistêmica e analítica. Para isto, é fato, que para se alcançar um estágio deste nível, antes o indivíduo buscou enriquecer a sua inteligência, focado num conhecimento pleno e rico de ferramentas, teorias e práticas para ações decisórias envolvendo a criatividade em busca da tão falada no cotidiano, a novidade.
                Busque a inovação, mas antes se respalde de conhecimentos pleno, pois a criatividade só irá gerar a devida novidade quando resultou de uma decisão eficiente de ações com base no conhecimento e experiências adquiridas ao longo da carreira. Gere conhecimentos, esteja aberto ao novo, receptivo a novos aprendizados e seja autor de projetos criativos e inovadores. Até a próxima.

Edgar de Moura
15/10/2019

Referências:
KNELLER, G.F. Arte e Ciência da Criatividade. 5. ed. São Paulo: Ibrasa, 1978.
https://administradores.com.br/artigos/como-desenvolver-uma-visao-de-futuro acessado em 15/10/2019 às 12:28.


quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Fonte da imagem: https://hypescience.com/o-cerebro-prefere-musica-classica/


A MÚSICA - INFLUÊNCIAS


Que a música pode e até exerce uma função de estimulo ao ser humano isto é fato. Quem nunca, de alguma forma, não se sacudiu, relaxou e até chorou com aquele áudio no fundo musical? Realizando esta pequena reflexão, podemos a um curto momento, nos pegar e perceber que realmente passamos por algum desses momentos.

Com o passar dos tempos, vários estudos e tratamentos tem se desenvolvidos com base na música. Mas primeiro, com base na teoria musical, precisamos entender o que seria essa tal música, no seu sentido literário. Segundo o site descomplicando a música, afirma que “...música é a combinação de sons e silêncios de uma maneira organizada”. Com isto, pode-se entender que há vários fatores combinatórios que se forma a tão ouvida música, até mesmo o silêncio poderá ser traduzido como música.
O fato é que há muito tempo a música exerce o poder da influência na vida das pessoas, como por exemplo a história e relatos bíblicos do Rei Davi escritos e expressados nos seus mais variados versos em Salmos como este verso em Salmos 150:4: “Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos. Este sentimento, ele é traduzido e aflorado de várias maneiras, seja corporal, símbolos ou instrumentos de reprodução de sons.

Segundo Denck (2015) “Ouvir música é algo extremamente relaxante para a maioria das pessoas. Enquanto muitos acreditam que ela se trata apenas de um hobby, pesquisadores tentam entender como ela pode influenciar a sua vida, as suas decisões e o seu próprio comportamento”.

Observar-se então que a música vai mais do que um hobby, um passa de tempo, algo apenas sutil, mas ela torna-se quase que uma das necessidades existencial humana, motivando com suas frequências e ritmos, ela influência de várias maneiras e aspectos, seja relaxante ou estigantes, poética ou simplesmente letras soltas ao vento.

Para Gasparini (2003), ao chegarem aos ouvidos, os sons são convertidos em impulsos que percorrem os nervos auditivos até o tálamo, região do cérebro considerada central para as emoções, sensações e sentimentos. Os impulsos cerebrais provocados pela música afetam todo o corpo e podem ser detectados por técnicas de escaneamento cerebral ou neuroimagem.

Fundamenta-se a cada dia vários estudos desses fatores psicológicos da música nos seres humanos de várias gerações e idades provando a afirmação acima, até mesmo da gestação, fases de criança, adultos e na melhor idade (idoso). Por isso, nos dias atuais, a utilização da musicoterapia como ferramenta de recuperação e tratamento através de estímulos. O ser humano há na sua atividade musical o neurônio espelho, ou seja, algo que em sua atividade, comporta-se através do reflexo e percepção do ambiente. Podemos observar na citação abaixo:

“Os neurônios espelho, quando ativados pela observação de uma ação, permitem que o significado da mesma seja compreendido automaticamente (de modo pré-atencional) que pode ou não ser seguida por etapas conscientes que permitem uma compreensão mais abrangente dos eventos através de mecanismos cognitivos mais sofisticados“ (LAMEIRA, GAWRYSZEWSKI e PEREIRA, 2006).

Conclui-se com isto que a música poderá ser mais que um simples momento bom, agradável ou até mesmo instigante de se ouvir, mas uma prática que contribui e muito para o desenvolvimento cognitivo, psicológico e saúde de um relacionamento. Desta forma, se te convido a se conectar com aquele áudio que você se identifica, relaxa, reflete, e até a próxima. Edgar de Moura.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Fonte da imagem: http://blog.aedu.com.br/2015/03/piracicaba-palestras-gratis-sobre.html

COMUNICAÇÃO

Porque não começar o dia a refletir de como está a nossa forma de comunicação? Seja de fluxo corporativo ou social e pessoal. Muitas são as tecnologias, tipificações, necessidades e até modalidades, seja físico ou virtual, sempre haverá a expressão através das palavras, sinais, símbolos, corporal, presente ou virtual. O fato é que o ser humano sempre foi e será um ser que vivendo em grupo ou isolado, este utilizará sempre de alguma forma a comunicação.
É perceptível que a comunicação tem sofridos grandes alterações no passar dos tempos e ainda mais intensificados neste século XXI com a grande influência das tecnologias e plataformas digitais e redes sociais. São raros os casos onde encontramos nos atuais dias seres humanos que não tenham ainda uma conta no facebook, Instagram, linkedin, skape, e o tão famoso whatsapp. De uma forma ou de outra, os canais têm se expandido, crescido de uma forma exorbitante, ligando pessoas de todos os cantos do mundo a um simples aparelho, estreitando de alguma forma a comunicação, estes canais, que se utilizado de forma correta, traz grandes resultados. Até mesmo de forma fake, pode-se tornar grandes alardes ou distorções de uma comunicação suja, a exemplo a disseminação das notícias de greves e combustível, um exemplo claro da viralização.
Segundo Garcia (2006) "a comunicação serve para produzir consenso, gerar aceitação e consentimento. Em outras palavras, a comunicação é um processo de mediação de interesses e expectativas". Com isto, observe que ele nos traz que a comunicação é gerada para que exista um resultado com a finalidade de gerar aceitação e expectativas de resultados com finalidades comuns ou individuais, e entende-se que se bem utilizada, com todas as formas e finalidades, o objetivo é alcançar o sucesso de indicadores claros e retos, sem bifurcações ou ranhuras, quebrando todas as barreiras possíveis neste caminho entre o locutor e interlocutor.
Em outro conceito Gasnier (2008, p.12) afirma que “comunicação é o processo de transmissão e compreensão de informações sejam ideias, conceitos, dados, instruções, autorizações, recados, histórias ou lições, nos dois sentidos e através do uso de símbolos cujos significados são comuns aos envolvidos”. Uma prática comum no ambiente corporativo é a utilização da ferramenta de comunicação interna, ação e implantação que precisa ser bem escolhida de forma adequada a atender as necessidades e objetivos comuns, como pessoa física, esta mesma comunicação necessita ser bem clara para que tenha uma mensagem reta e entendível aos diretamente envolvidos, só assim, este ciclo e fluxo resultará numa comunicação efetiva.
Então, antes de disparar uma comunicação, nos seus mais variados tipos, primeiro, planeje, pense, reflita, observe com vários olhares e pensamentos críticos e analítico, pois depois de direcionada, o resultado ele sempre virá e esta reverberação ela ecoará de uma forma de sucesso ou não, mal entendimento, telefone sem fio, ranhuras ou da melhor forma, efetivará e o direcionará a alcançar seus objetivos. Comunicação, a base de tudo que se há de objetivar, tanto como pessoal com profissional. Até a próxima.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Fonte da imagem: http://blog.convenia.com.br/gestao-estrategica-de-pessoas-como-adota-la-na-empresa/



GESTÃO POR AFINIDADE

Tratando-se de gestão, lembramos rapidamente de condução de equipe, busca de resultados gerenciais, reuniões, tomadas de decisões e até definição de quem permanece ou não na empresa além da não esquecida necessidade da tomada de decisão. Vida de planejamentos, acompanhamentos e indicadores, famosa análise de SWOT e mundo corporativo a fora. E acima de tudo isto, equilibrar o seu o próprio emocional, gestão do conhecimento e realizações profissionais.
A afinidade ela sempre existirá na vida das pessoas, independente de mundo que ela exista, por segundo Godinho (2010), “o ser humano é um ser altamente social. Uma prova disso é a sua constante necessidade de comunicar. ” Daí percebe-se que por mais isolado e introvertido um ser humano seja, de alguma forma, ele terá algo ou alguém que será o sua ponte e ligação de alguma forma de comunicação. Isto é um comportamento existencial natural.
E várias teorias existem, pois, o ser humano trata-se de um ser em constante mudanças em busca de novas experiências em sua vida existencial. Uma hora simpatiza, outra expurga, em um momento se tem afinidade em hora abstrai. Sempre existirá esta oscilação e até mesmo mudanças, simples ou radicais. Por tanto, para um ambiente corporativo, na aplicação de uma gestão qualitativa e excelentes indicadores quantitativa, este gestor precisará ter a percepção aguçada e imparcial.

“A imparcialidade evita a instalação de conflitos, é sem dúvida muito mais proveitoso evitar do que ter que gerir conflitos, pois ao se tratar de relações humanas o desgaste causado por esses conflitos é muito difícil de ser eliminadoLeila Couto (2015).

Daí podemos comprovar por vários estudos e provas concretas e experiências que há diferença e disparidade de resultados entre uma gestão parcial e outra por afinidade. Esta mesma autora Couto, também afirma que os gestores precisam acordar para a necessidade de serem imparciais em sua gestão, tendo como principal objetivo a justiça nas relações interpessoais, e assim um ambiente de trabalho mais igualitário.
Por fim, a afinidade ela poderá até existir em algum momento, mas separar o ambiente corporativo para o estágio pessoal ela precisará existir quase que na sua totalidade. É o bônus e ônus de uma posicionamento e colocação no quadrante de gestão e liderança, mesmo que um posicionamento ele ocorra diante de momento ou pessoa que vá de encontro de sua decisão e sentimento pessoal. Até a próxima edição. Abraços. Edgar de Moura.


Fonte de Referência:

https://digartmedia.wordpress.com/2010/03/17/o-ser-humano-um-ser-social/
http://www.rhportal.com.br/artigos-rh/importncia-da-imparcialidade-na-gesto-de-pessoas/
http://blog.convenia.com.br/gestao-estrategica-de-pessoas-como-adota-la-na-empresa/

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018


Fonte da imagem: http://www.sbie.com.br/como-fazer-um-planejamento-de-vida-pessoal-pode-ser-util-na-carreira-profissional/



PLANEJAMENTO PESSOAL


            Mais um ano inicia em nossa vida, e quantas vezes já ouvimos isto, a velha e corriqueira frase de feliz ano novo! Mas o que temos traçado como forma de acontecer um ano realmente de mudanças na vida pessoal e profissional? Precisamos levar em consideração alguns fatores essenciais. Continuar o que deu ou vem dando resultado oriundo do ano passado, observando as flutuações, corrigindo e replanejando o que não deu indicadores dentro das expectativas anuais.
Para se realizar um novo ano, o início de tudo é sentar, refletir com o passado e traçar um planejamento pessoal para todo o ano corrente. Segundo Ribeiro (2016), presidente da Praxis Businnes, (...) “é preciso um Planejamento Estratégico Pessoal. Uma espécie de plano de vida que parta de uma autoanálise sincera...”. Com isto podemos observar que este mesmo planejamento, é a base para a sua construção, e esta seja fundamentada primordialmente no seu plano de vida. Onde você quer chegar e como quer alcançar? Esta reflexão construtiva precisa está embasada nauma autoanálise verdadeira.
            Existem várias ferramentas que podemos utilizar como base, mas considero bastante pertinente e importante nesta construção duas delas: Análise de SWOT e também não menos importante a ferramenta de PDCA. Um exemplo pratico no SWOT na vida pessoal seria a auto avaliação do que você tem como força (para utilizar no crescimento), a fraqueza (para buscar desenvolve-la), oportunidade (o que se tem de bom e está menos explorado) e ameaça (o que te enfraquece ou traz ameaça no ambiente exterior). Diante disto já sem tem bastantes cartas na manga para se desenvolver um planejamento pessoal para todo o ano. E após esta construção, é gerencia, acompanhamento e replanejamento direcionando para a meta inicialmente traçada.

            Dai, concluindo, cabe sentar e baseado nos seus sonhos pessoais, pensar sistematicamente no que pode buscar e correr atrás para realizar até o final de 2018. Uma graduação, uma pós-graduação, mestrado, casamento, a casa, o livro, o concurso público ou aquela promoção no seu emprego? Tudo partirá do pressupostos da iniciativa pessoal e a vontade do querer sair do mesmo estado que se encontra hoje. Um ótimo ano novo cheio de planejamento, execuções e realizações. Pense nisto: Parafraseando o Chico Science “Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar.” Até a próxima. Edgar de Moura.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Fonte de imagem: Disponível em <https://www.altoastral.com.br/tecnologia-afeta-cerebro-criatividade/>. Acessado em 15 dez. 2017

GLOBALIZAÇÃO, TECNOLOGIA, COMPETITIVIDADE

Tanto se falou em globalização, implantação das máquinas, aceleração tecnológica e isto vem crescendo cada dia mais no mundo de uma maneira geral. Se antes este mercado já exigia um profissional mais qualificado, no que dirá nos dias de hoje.  O consultor Lesser (2017) da consultoria americana BCG desde 2013 em entrevista à revista Exame fala sobre sobre a necessidade das empresas investirem na formação de seus funcionários diante da implantação do mundo digitalizado nas organizações visando o bom resultado nos mais curtos prazos.

Em primeiro lugar, penso que a globalização baseada puramente na economia continuará a evoluir. Todos nós precisamos reconhecer isso. Crescemos em um mundo onde a globalização significava produção offshore em outro país por um custo menor. A natureza da tecnologia agora significa que o entendimento irá mudar. A globalização, devido às cadeias de automação e fornecimento, operará mais perto do cliente com menos desvantagens de custos. As cadeias de suprimentos levam longo tempo para construir, mas a próxima onda de globalização será mais em torno de serviços digitais e menos em torno de locais de produção. (...) Lesser (2017).

Observa-se que os serviços digitais são mais que ferramentas necessárias nas organizações, elas são utilizadas como diferencial de inteligência de mercado trazendo com isto um diferencial na sobrevivência e existência das empresas nas mais diversas segmentações. A exemplo de uma das ferramentas são as Business Intelligence que dá nas mais diversas formas gerencias uma visibilidade analítica para as tomadas de decisões.
Falando sobre diferencial competitivo no mercado hoje, não há como esquecer dos importantes recursos para estes indicadores. O profissional. Mas qual perfil fará este diferencial de pessoa para pessoa diante do mercado extremamente competitivo? Segundo SILVA (2016), numa abordagem para o site Catho, falando sobre comportamento este cita onze atitudes sobre seu diferencial de mercado.

Está atendo, faça pergunta, seja proativo, tenha senso de urgência, identifique os problemas e sugira soluções, contribua com outras áreas, determine suas prioridades, busque desafios e agarre oportunidades, seja criativo, envolva as outras pessoas e invista no seu desenvolvimento profissional e acadêmico. SILVA (2016).

Percebe-se que é preciso “chupar cana e assobiar” para conseguir seu espaço, e mais do que isto, permanecer colocado e ainda se destacar no mercado. A resiliência faz parte afloradamente do seu dia a dia corporativo profissional. Não há mais espaço para acomodação e zona de conforto. Deseja crescer e mais do que conseguir espaço no seu ambiente de trabalho? Se qualifique, busque conhecimentos tácitos e explicito e este mesmo mercado estará te abraçando sempre. Abraço a até a próxima publicação.

terça-feira, 7 de novembro de 2017


Fonte de imagem descrita no rodapé da imagem.


COMPORTAMENTO HUMANO.
FRUTO DE UMA GERAÇÃO OU REFLEXO DE UMA LIDERANÇA?


Falar de comportamento humano não é dúvida que traz ou nos remete a um universo infinitamente obscuro; claro que não é afirmativo que é impossível um mapeamento comportamental, e em cima desses perspectivos traços, se trabalhar e entender uma ação e uma reação, seja ela no mais complexo ato ou exposição, cientistas e estudiosos tem cada dia mais focado com este fim, pois gerações e gerações tem surgido e evoluído com o passar dos anos. O fato é que o comportamento e conflitos existem, seja diário ou esporádico e nas suas mais variadas especificações psíquicas necessitam chegar ao linear e definições equilibradas.
               Se falarmos de conflitos comportamentais nos remete ao pensamento das gerações comportamentais, pode-se observar que cada uma delas vem na sua bagagem cerebral seu ponto forte e as oportunidades que muitas vezes contribuem ou bloqueiam um crescimento pessoal e profissional. Segundo Oliveira (2010, p. 60) descreve que: “É no relacionamento entre as gerações que está à chave para o resgate do equilíbrio necessário para estes novos tempos”. Entende-se com isto que mesmo diante de todos os conflitos que os diferentes traços de comportamentos vão surgindo neste futuro presentes e o maior desafio é entender essas diferenças e gerir esta disparidade.
                Já segundo Drucker, “Dirigir pessoas significa que devemos motivá-las a desenvolverem suas competências, mas para isso é necessário que o líder mude sua postura diante de seus colaboradores, e que muitas vezes essa mudança é drástica, mas necessária”. Com isto, observa-se que também faz parte do líder gerir sua equipe e dentre este está a gestão do comportamento humano, os conflitos e convergir as diferenças para um grupo de respeito, foco e cultura organizacional madura. Para isto, é necessário muitas vezes o “descer” dos degraus invisíveis do status de gestão e ter a humildade de ser referência no quesito “pé no chão”, além de despertar a habilidade de saber ouvir, muito mais que apenas falar.

                Desta forma, já há muito se fala, estuda, filósofos, administradores, pensadores e psicólogos nos traz através de estudos científicos e pesquisas que o comportamento humano não é uma receita pronta ou até mesmo um traço definitivo no ser humano, mas um perfil entre pessoas que está em constante mudanças, seja por motivo cultural, mas também por questão externos e internos de frustações, realizações ou não de momentos e pontuais ou constante. Que sejamos e vivamos numa busca de entendimento do perceber do não verbal, considerando as pessoas como um ser humano e não apenas recursos de vida ou profissional, as diferenças sempre existiram, mas está na mão de cada pessoal buscar este equilíbrio do respeitar e entender das diferenças para um ambiente e vida mais linear. Até a próxima edição. Edgar de Moura.

domingo, 2 de julho de 2017

Fonte de imagem www.altairgermano.net/2013/09/no-que-reside-forca-da-lideranca.html


VAIDADE NA LIDERANÇA – DESAFIOS PARA MUITOS


            Antes de todo o texto, precisa-se entender literalmente o que diz o conceito da palavra “VAIDADE”. Segundo o site (significados.com.br/vaidade), “vaidade é o cuidado exagerado da aparência, pelo prazer ou com o objetivo de atrair a admiração ou elogios de terceiros. É a necessidade de vangloriar-se, de ostentar, de se exibir”.
            O conceito aborda bem quando enfatiza a frase “...admiração ou elogios de terceiro...necessidade de vangloriar-se...”. É fato que este comportamento acontece em muitas instituições, seja ela pública ou privada, é um ato vivenciado por muitos funcionários e servidores. O problema não está em querer se vender, entendam bem, no ambiente corporativo isto é primordial, ou seja, quem não é visto, não é lembrado. O problema está no sentido e rumo em que este “se apresenta” na trajetória profissional. Não precisa ir muito longe e nem tão pouco buscar estudos científicos e nem revistas e jornais com finalidades e temas de liderança para se ter em mão relatos de má administração ou liderança humana, vaidosa, centralizadora. Vários líderes até estudaram em algum momento de sua carreira de graduação, especialização ou outros curso de como se deve ser um líder com bons resultados olhando para o capital humano e seus números ao mesmo tempo, paralelamente, porém não é estranho que se tenha exemplos de gestores que o melhor não está no resultado que se pode alcançar, mas de como seu nome poderá ser elevado, até mesmo a um patamar vaidoso, nem que para isto pessoas e liderados sejam desconsiderados e desvalorizados.
            Segundo Drucker (2002) salienta que “os bons líderes são aqueles que levam seus seguidores a fazer a coisa certa.” Com isto observa-se que o líder precisa demonstrar preocupação com seus liderados em todos os aspectos, inclusive demonstrando através de ações um exemplo a ser seguido, e porque não afirmar, desenvolver outro líder na sua equipe. O maior desafio para muitos.

Conforme o entendimento de  Krausz (1999): “Líderes controladores têm tendência a se considerarem insubstituíveis, envolvendo-se em detalhes, são centralizadores, sonegam informações, estimulam a competição e competem com os subordinados e tendem a ter dificuldades de ver o todo”. A centralização de informações e gestão é o maior erro que uma liderança pode cometer. Além de ofuscar novos talentos, prender e desmotivam grande parte de profissionais no mercado. Erro este muito comum numa cegueira gestacional. Já Hunter (2004), no livro de O Monge e o Executivo, “Gerência não é algo que você faça para os outros. Você gerencia seu inventário, seu talão de cheques, seus recursos… mas você não gerencia seres humanos. Você gerencia coisas e lidera pessoas”. Neste momento entende-se e conclui-se que a exagerada vaidade humana e liderança de pessoas não se combinam, pois andam na contramão de um resultado promissor e profissionais motivados, pois além de desmotivar uma equipe ofuscam profissionais que almejam dentro das organizações realizarem uma carreira em degraus crescentes. Até a próxima edição e para muitos lideres... Auto reflexão. Abraços. Edgar de Moura. 

sexta-feira, 26 de maio de 2017


Fonte da Imagem: http://recortesdecomunicacao.blogspot.com.br/p/midias-sociais.html


“RELACIONAMENTO” VIRAL


            É fato que a cada dia a individualidade tem se tornado um fator preponderante em meio à população e nas famílias de uma forma geral. Não apenas dos brasileiros, mas uma forma global. Segundo José Borghi (2015), “O Brasil é o país em que a população passa mais tempo na internet e o segundo lugar em relação aos acessos às redes sociais”.
            Diante deste cenário não é estranho enfatizar que o Brasil carrega nesses números um local de destaque, no qual dependendo do ponto de vista é um dado positivo ou negativo. Um grande agressor dessa estatística relacional são as famosas redes sócias, que tem fechado muitas mentes e cérebros ao mundo tecnológico desses canais via Notebook, tablete, celular e outros, caminhando na contramão de um bom convívio social e familiar.
            Não quero afirmar que a evolução tecnológica não traz benefícios, mas a “dosagem” do mau uso reflete na forma no qual cada ser humano a utiliza. Quem já não se pegou em um ambiente com várias pessoas, até mesmo na sua sala, o silêncio reinando, nada de conversa, mas todos conectados e navegando no seu “mundo”? E neste vagar das luzes acesas e consumir de baterias e energias é que anda sumindo a manutenção e o cuidado do relacionamento presencial humano. Já segundo a Folha UOL, uma pesquisa recentemente publicada, realizada entre diversos países, verificou que “a maioria dos jovens com até 30 anos de idade, principalmente brasileiros, preferem ter acesso à internet a namorar, ouvir música ou sair com amigos”. Com isto podemos observar que o perigo e a escassez relacional está no seu aumento constante e descontrolado.
            E o dia a dia não nos engana. Já há muito se plantou o estado comportamental dos jovens e adultos de hoje. E como será o futuro deste futuro? Já não se tem o cuidado com o próximo, o se colocar no lugar do outro, a empatia e o amor humano. O individualismo cada dia mais aflorado, onde se age e pensa em apenas no seu EU tornando o relacionamento social e pessoal em apenas um vírus cibernético de horas de conectividade e já em seu estado deplorável a cada dia menos o relacionamento pessoal e presencial entre as pessoas. Ri, conversar, olhar no olho, assistir um filme juntos, comer aquele lanche e bater aquele papo acompanhado de um bom café será mais um fato relatado nos bons livros de histórias.
Viralizou o relacionamento pessoal sem antivírus para as trocas presenciais. Pense nisto e até a próxima edição. 

terça-feira, 11 de abril de 2017



CONDUÇÃO DE REUNIÃO


            Em nossa vida profissional buscamos na sua grande maioria o galgar de degraus que elevem a sua colocação no mercado, flutuando de meios e funções organizacionais, ou seja, partindo do meio operacional, passando pelo tático até chegar ao então cargo de “chefia”, ou melhor, da liderança, onde se permeia o âmbito estratégico. Segundo o consultor de Negócios Rui Rocha “As reuniões fazem parte da rotina da maioria dos profissionais. É importante saber como se portar nessas ocasiões, pois elas podem definir o seu futuro dentro da empresa/empreendimento”.
            Além do desafio de falar em público, o que é considerado uma fobia ou trauma por muitos, ter uma boa expressão corporal é primordial, boa dicção e muito domínio do tema que será abordado deixando de forma clara a comunicação. Então, diante disto, quando se necessita conduzir uma reunião é necessário cumprir algumas etapas, ou seja, não se abre mão de um planejamento prévio e uma checagem durante a reunião e uma feedback na conclusão afim de certificar-se da assertividade e entendimento do tema.
            Primeiro você precisa entender quem você deseja que seja alcançado após a reunião, no mundo corporativo chamado de Stakeholder ou os envolvidos. Qual canal será utilizado para enviar uma sinalização/convite com data, hora e local e como será a mensagem escrita, logo após, precisa ser verificado quais materiais serão empregados, exemplo, o slide, projetor, sala, papel, etc. É primordial a construção de material para apresentação de forma coerente, com começo, meio e fim, transmitindo uma ideia estruturada. É muito importante que você tenha uma carta na mão já planejada, caso o plano “A” dê alguma falha ou aconteça algum imprevisto você não ficará na mão. Neste momento entrará em cena o plano “B”.
            Uma boa apresentação é tudo numa boa reunião. Chegue com antecedência, realize a conferência de tudo que será utilizado, coloque aquele som de fundo e a boa impressão já será deixada quando o público envolvido chegar e encontrar um orado desacelerado, organizado os recebendo com sorriso nos lábios. Interaja com seu público, troque idéias, esteja receptivo a perguntas, abra espaço para fala e troca de experiência, mas sem perde o controle e foco do tema em questão. Lembre-se que um monólogo deixa sua reunião maçante e a absorção do tema será um percentual bem a abaixo do esperado.

            Bem, aqui são algumas dicas que quero deixa para você hoje, é claro que a criatividade, o dinamismo e a forma da reunião se adequará de acordo com as suas necessidades e público alvo. Boa reunião e até a próxima.

quinta-feira, 9 de março de 2017

http://academy.finxi.com.br


TOMADA DE DECISÃO


            Hoje quero abordar um tema muito importante na vida organizacional, pública ou privada. Muito ouvi falar, isso desde cedo, quando nos entendemos por seres humanos pensantes aquela velha e costumeira pergunta: Menino, o que você vai querer comer? Já falava a nossa querida mãe na nossa pequenez humana. Nesta perspectiva jovial no sentido desta pergunta, no máximo após a nossa, na época, importante decisão, iríamos nos deparar e arcar com uma refeição ou lanche com tempero surpreendente ou frustrante.
            O tempo passa, os estudos acontecem, o crescimento é buscado e alcançado a ferro e fogo, daí acontece armazenamento do conhecimento agregado das boas e más experiências de vida, ou seja, o aprendizado decorrente do tácito e do explícito (Tácito – conhecimento adquirido com a convivência, ou melhor, com as experiências. Já o conhecimento explícito vem através do estudo e armazenamento de informações). No mundo corporativo, seja ele uma organização pública ou privada, baterá na sua porta a então responsabilidade seguida do bônus e ônus, momentos de tensão, pressão e o incomodo que norteiam a tomada de decisão.
            Ao se deparar neste inevitável momento, o profissional das mais variadas esferas organizacional necessitará unificar a sua vida de experiências e sua percepção e inteligência analítica, é fato nos resultados de sucesso após uma boa tomada de decisão. A visão do negócio é essencial neste momento e traz um grande diferencial entre os profissionais. Esse resultante poderá trazer consigo um resultado promissor, de sucesso ou um impacto negativo como já ouvimos falar em algum momento na mídia. Segundo Tomanini, ter visão significa desenvolver a capacidade de observar analiticamente os acontecimentos, se antecipar a eles e ser pró-ativo, Há quem afirme que a tomada de decisão tomada em cima de intuição poderá trazer mais resultados promissores, também há quem não abre mão de uma meta norteada através de práticas de estudos, teorias e armazenamento analíticos.
            Existem várias ferramentas que apoiam o gestor numa tomada de decisão. Dentre ela está a 5W2H, que traduzindo para o português seria: 5 W: What (o que será feito?) – Why (por que será feito?) – Where (onde será feito?) – When (quando?) – Who (por quem será feito?) 2H: How (como será feito?) – How much (quanto vai custar?). Dessa forma o primordial é que antes de qualquer tomada de decisão, o agente tenha em mente este norteamento, no mínimo. É a amplitude da decisão com foco no amanhã, seja a curto, médio ou longo prazo.
            Concluindo, pode-se afirmar que seja por sentimento, percepção ou embasamento analítico exato, a tomada de decisão requer um nível alto de responsabilidade, um aguçar de pensamentos fora da caixa, e muita razão, sem emoção, pois isto resultará num patamar muito mais promissor para seu negócio. Até a próxima edição. Abraços.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017



ADMINISTRAÇÃO EM GESTÃO


            É fato que a gestão no seu aspecto geral requer que o profissional com esta responsabilidade tenha não apenas expertise no que se refere à percepção, inteligência emocional e capacidade intelectual para tal função como também domínio e conhecimento nas ferramentas administrativa que auxilia no desenvolvimento e controle no planejamento estratégico com foco no bom resultado da sua organização. Pública ou privada.
            Não é de hoje que se estuda a administração. No decorrer dos tempos esta teoria permeou por diversos campos tais como a administração clássica criada por Henri Fayol (1841 – 1925) onde o perfil principal era focado na distinção entre finanças e produção de uma empresa, ou seja, a tomada de decisão baseada na administração baseada em divisão de trabalho, disciplina e divisão de responsabilidade. Pode-se observar a sua aplicação até os dias de hoje. Também outra teoria muito utilizada na administração atual é a do tipo científica, desenvolvida por Taylor, onde busca o equilíbrio generalista financeiro, onde a produção busca não apenas trazer prosperidade a empresa como também a valorização do funcionário. Quem não já ouviu falar em algum momento sobre trabalho em equipe, incentivo salarial e participação no lucro da empresa? Isto vem do pressuposto do conceito da teoria da administração científica. Dentre estas duas, surgiram mais teorias, baseada em estudos e com finalidade de melhorar e buscar o crescimento na qualificação de mão de obra e crescimento das organizações. Mas fundamentos sempre baseadas em estudos e ferramentas, não apenas por sentimento e aplicações vagas.
            Várias ferramentas podem suportar o gestor no momento de correr atrás de um bom resultado, seja da sua equipe como também a sua empresa. Essas ferramentas existem e foram criadas para darem uma visão mais ampla e sistêmicas do negócio. Posso citar aqui alguns exemplos, claro que há muito mais e com o passar do tempo isto se torna uma constante crescente. Por exemplo: Análise de SWOT, 5W2H, PDCA, PMO e várias indicadores que o diferencia através de análise de mercado e gráficos estatísticos. Citando um exemplo de vivencia é a prática do PDCA, ou seja, quase que insubstituível na elaboração e condução de um planejamento. Sintetizando o conceito prático, PLAN - DO - CHECK - ACT / Plan-Do-Check-Adjust), ou melhor, Planejar, Fazer, Verificar e Agir.

            Gestor. Busque seu crescimento e o da sua equipe, não apenas baseada em intuição, isto ajuda também, mas baseada em ferramentas analíticas utilizadas como bússola para um destaque, crescimento e resultado de sucesso organizacional não apenas quantitativo, mas qualitativo.  Até a próxima. Edgar de Moura.

domingo, 22 de janeiro de 2017


PLANEJAMENTO


            Esta semana veio em minha mente uma palavra muito utilizada em nossa vida, seja no ambiente corporativo, religioso ou pessoal por nome de PLANEJAMENTO. Na sua aplicação tem como principal finalidade muitas responsabilidades, entregas, disciplinas e organização.
            Daí algumas pessoas que já me deparei no meu dia a dia simplesmente o absorve de maneira muito espontânea, ou seja, já faz no seu cotidiano o planejamento um hábito, ou pelo contrário, procura de certa forma, nem tentar construí-lo, muito menos aplica-lo. Mas o que seria na prática um planejamento? Vamos de uma forma global entender e se perceber neste universo.
            O ato de planejar em si inicialmente traz para muitos o desconforte de ter que sentar sozinho ou em equipe, pensar, supor, refletir, anotar, apagar, reescrever, concordar, discordar e tudo com a finalidade de construir de forma organizada e coerente as etapas para se alcançar um bom resultado de algo. Então, dessa forma, já se pode perceber que em tudo que pensamos em realizar já está sendo um planejamento. Quem nunca deitou a noite em sua cama e ficou refletindo sobre o que iria realizar no outro dia e como seria esta ação? Aquela compra, aquele corte de cabelo, trajeto de uma viagem e muitos fatores pessoais. Isto é um planejamento.
Com relação ao ambiente corporativo, há uma notoriedade, um olhar e responsabilidade muito mais pesada e cobrada quanto a este planejamento. Este existe também quase que na sua totalidade em grupos ou equipes, registrado em várias ferramentas, acompanhados, redefinidos e aplicado. Isto faz uma empresa crescer de forma organizada e competitividade no mercado. Este planejamento existe em várias esferas dentro de uma organização, são elas: Planejamento Operacional (mão de obra – execução), Tático (execução e Supervisão) e Estratégico (planos e tomadas de decisões). Conforme Drucker (1997, p. 47) “Quando a empresa traça objetivos e metas, e busca alcançá-los, ela tem claramente definido do porque ela existe, o que e como faz, e onde quer chegar”. No ambiente de uma empresa o gestor que não construir um planejamento, garantir a sua aplicação de forma acompanhada, seja a longo, médio e curto prazo, está caminhando, não apenas a sua empresa como também sua carreira a uma total falência.

            Bem, acredito que no texto acima, deu para você perceber a importância deste tema PLANEJAMENTO (pessoal e corporativo). Um grande abraço e até a próxima. Edgar de Moura.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Fonte da imagem: http://br.freepik.com/fotos-vetores-gratis/inteligencia


INTELIGÊNCIA -  HABILIDADE OU GENÉTICA?

            Por muito tempo ouvimos falar por vários estudos e até mesmo na nossa escola que inteligência era algo destacado por aquele menino ou aquele nosso colega que servia de espelhamento e exemplo para os demais. Concentrando em si a famosa frase “menino inteligente da sala”. Mas será que esta tal da inteligência se concentra em apenas um perfil genético e super desenvolvimento de um córtex cerebral avançado no sentido de armazenamento de dados ou trata-se de um vestígio de uma boa árvore genealógica, ou melhor, passando de pai para filho?
            É fato que hoje já muito se estuda a fim de descobrir a fonte e a linha de formação e desenvolvimento de uma boa inteligência. É relatado na psicologia que nos dias de hoje chegou-se a algumas conclusões que não apenas uma genética pode contribuir para este resultado, mas que vários fatores influenciam neste estágio do conhecimento, tais como uma boa base de ensino, busca de conhecimentos, leituras, exercícios constante do desenvolvimento cerebral, experiências e outros fatores influenciadores externos. Segundo o Howard Gardner, psicólogo e professor da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, o mesmo desenvolveu a Teoria de Inteligência Múltiplas, ou seja, o mesmo afirma que “Há pessoas não inteligentes para algumas coisas, mas muito capacitadas para outras”. Com isto observa-se que esta distinção de habilidades elas se completam e chega-se ao desenvolvimento ou execução para um resultado comum.
            Por isto que se olharmos ao nosso redor nos dias de hoje podemos observar várias pessoas, cada um com uma habilidade decorrente de uma facilidade em aprender e praticar uma inteligência. Exemplo: Habilidade em tocar um instrumento, facilidade em falar inglês ou ensinar, familiaridade com números ou gestão de pessoas e por ai vai. E nesta diversidade do mundo cerebral os opostos se completam e sobrevivem ha anos neste universo da inteligência.
            Para Augusto Cury, médico psiquiatra e pensador teórico da psicologia, este afirma no livro o Funcionamento da Mente, na página 22, que “As teses da Teoria da Inteligência Multifocal não envolvem apenas os processos de formação de personalidade e desenvolvimento amplo da inteligência, tratam-se também das relações sociopolíticas, da evolução e viabilidade da espécie humana, do processo de aprendizagem e do rendimento intelectual e profissional.
            Mais uma vez entende-se que o cérebro tem seu funcionamento fatiado em fatos, teorias e dados neste crescimento da inteligência humana. Com isto não basta apenas centralizar o conhecimento teórico, é preciso também a excursão da habilidade e experiência de vida, externando uma troca de conhecimentos inteligentes com a finalidade do crescimento e conhecimento mutuo. Isto é utilizar de uma boa forma o córtex cerebral.
            Trazendo para o ensino a adulto por exemplo, o educador precisará buscar o conhecimento e teorias do seu tema e visão global, somando com as suas experiências profissionais e de vida, para assim provocar o bom estresse em sala, incomodando e explorando as habilidades de cada treinando ou aluno com o sentido racional de convergir os conhecimentos inteligentes para o bom resultado do seu ensino andragógico.
            Qual a sua facilidade ou habilidade? Utilize e faça deste diferencial o seu destaque e degrau para uma inteligência individual, somando para o conjunto de múltipla inteligência andragógica. Andragogo, seu próprio cérebro precisa de manutenção e treino para um constante crescimento comportamental. Seja inteligente. Busque seu espaço no mundo com conhecimento e ensino para adultos. Abraço. Edgar de Moura.