Um blog voltado para você que gosta de atualidades, boas notícias, entrevistas, conteúdos dinâmicos, ecléticos e sempre cheio de novidades. Esta página não tem fins lucrativos e nem recebe incentivo de partidos ou governos. Trata-se de uma área totalmente independente. Navegue, leia, divulgue, fique a vontade. Não saia sem deixar seu importante comentário.

terça-feira, 7 de novembro de 2017


Fonte de imagem descrita no rodapé da imagem.


COMPORTAMENTO HUMANO.
FRUTO DE UMA GERAÇÃO OU REFLEXO DE UMA LIDERANÇA?


Falar de comportamento humano não é dúvida que traz ou nos remete a um universo infinitamente obscuro; claro que não é afirmativo que é impossível um mapeamento comportamental, e em cima desses perspectivos traços, se trabalhar e entender uma ação e uma reação, seja ela no mais complexo ato ou exposição, cientistas e estudiosos tem cada dia mais focado com este fim, pois gerações e gerações tem surgido e evoluído com o passar dos anos. O fato é que o comportamento e conflitos existem, seja diário ou esporádico e nas suas mais variadas especificações psíquicas necessitam chegar ao linear e definições equilibradas.
               Se falarmos de conflitos comportamentais nos remete ao pensamento das gerações comportamentais, pode-se observar que cada uma delas vem na sua bagagem cerebral seu ponto forte e as oportunidades que muitas vezes contribuem ou bloqueiam um crescimento pessoal e profissional. Segundo Oliveira (2010, p. 60) descreve que: “É no relacionamento entre as gerações que está à chave para o resgate do equilíbrio necessário para estes novos tempos”. Entende-se com isto que mesmo diante de todos os conflitos que os diferentes traços de comportamentos vão surgindo neste futuro presentes e o maior desafio é entender essas diferenças e gerir esta disparidade.
                Já segundo Drucker, “Dirigir pessoas significa que devemos motivá-las a desenvolverem suas competências, mas para isso é necessário que o líder mude sua postura diante de seus colaboradores, e que muitas vezes essa mudança é drástica, mas necessária”. Com isto, observa-se que também faz parte do líder gerir sua equipe e dentre este está a gestão do comportamento humano, os conflitos e convergir as diferenças para um grupo de respeito, foco e cultura organizacional madura. Para isto, é necessário muitas vezes o “descer” dos degraus invisíveis do status de gestão e ter a humildade de ser referência no quesito “pé no chão”, além de despertar a habilidade de saber ouvir, muito mais que apenas falar.

                Desta forma, já há muito se fala, estuda, filósofos, administradores, pensadores e psicólogos nos traz através de estudos científicos e pesquisas que o comportamento humano não é uma receita pronta ou até mesmo um traço definitivo no ser humano, mas um perfil entre pessoas que está em constante mudanças, seja por motivo cultural, mas também por questão externos e internos de frustações, realizações ou não de momentos e pontuais ou constante. Que sejamos e vivamos numa busca de entendimento do perceber do não verbal, considerando as pessoas como um ser humano e não apenas recursos de vida ou profissional, as diferenças sempre existiram, mas está na mão de cada pessoal buscar este equilíbrio do respeitar e entender das diferenças para um ambiente e vida mais linear. Até a próxima edição. Edgar de Moura.

domingo, 2 de julho de 2017

Fonte de imagem www.altairgermano.net/2013/09/no-que-reside-forca-da-lideranca.html


VAIDADE NA LIDERANÇA – DESAFIOS PARA MUITOS


            Antes de todo o texto, precisa-se entender literalmente o que diz o conceito da palavra “VAIDADE”. Segundo o site (significados.com.br/vaidade), “vaidade é o cuidado exagerado da aparência, pelo prazer ou com o objetivo de atrair a admiração ou elogios de terceiros. É a necessidade de vangloriar-se, de ostentar, de se exibir”.
            O conceito aborda bem quando enfatiza a frase “...admiração ou elogios de terceiro...necessidade de vangloriar-se...”. É fato que este comportamento acontece em muitas instituições, seja ela pública ou privada, é um ato vivenciado por muitos funcionários e servidores. O problema não está em querer se vender, entendam bem, no ambiente corporativo isto é primordial, ou seja, quem não é visto, não é lembrado. O problema está no sentido e rumo em que este “se apresenta” na trajetória profissional. Não precisa ir muito longe e nem tão pouco buscar estudos científicos e nem revistas e jornais com finalidades e temas de liderança para se ter em mão relatos de má administração ou liderança humana, vaidosa, centralizadora. Vários líderes até estudaram em algum momento de sua carreira de graduação, especialização ou outros curso de como se deve ser um líder com bons resultados olhando para o capital humano e seus números ao mesmo tempo, paralelamente, porém não é estranho que se tenha exemplos de gestores que o melhor não está no resultado que se pode alcançar, mas de como seu nome poderá ser elevado, até mesmo a um patamar vaidoso, nem que para isto pessoas e liderados sejam desconsiderados e desvalorizados.
            Segundo Drucker (2002) salienta que “os bons líderes são aqueles que levam seus seguidores a fazer a coisa certa.” Com isto observa-se que o líder precisa demonstrar preocupação com seus liderados em todos os aspectos, inclusive demonstrando através de ações um exemplo a ser seguido, e porque não afirmar, desenvolver outro líder na sua equipe. O maior desafio para muitos.

Conforme o entendimento de  Krausz (1999): “Líderes controladores têm tendência a se considerarem insubstituíveis, envolvendo-se em detalhes, são centralizadores, sonegam informações, estimulam a competição e competem com os subordinados e tendem a ter dificuldades de ver o todo”. A centralização de informações e gestão é o maior erro que uma liderança pode cometer. Além de ofuscar novos talentos, prender e desmotivam grande parte de profissionais no mercado. Erro este muito comum numa cegueira gestacional. Já Hunter (2004), no livro de O Monge e o Executivo, “Gerência não é algo que você faça para os outros. Você gerencia seu inventário, seu talão de cheques, seus recursos… mas você não gerencia seres humanos. Você gerencia coisas e lidera pessoas”. Neste momento entende-se e conclui-se que a exagerada vaidade humana e liderança de pessoas não se combinam, pois andam na contramão de um resultado promissor e profissionais motivados, pois além de desmotivar uma equipe ofuscam profissionais que almejam dentro das organizações realizarem uma carreira em degraus crescentes. Até a próxima edição e para muitos lideres... Auto reflexão. Abraços. Edgar de Moura. 

sexta-feira, 26 de maio de 2017


Fonte da Imagem: http://recortesdecomunicacao.blogspot.com.br/p/midias-sociais.html


“RELACIONAMENTO” VIRAL


            É fato que a cada dia a individualidade tem se tornado um fator preponderante em meio à população e nas famílias de uma forma geral. Não apenas dos brasileiros, mas uma forma global. Segundo José Borghi (2015), “O Brasil é o país em que a população passa mais tempo na internet e o segundo lugar em relação aos acessos às redes sociais”.
            Diante deste cenário não é estranho enfatizar que o Brasil carrega nesses números um local de destaque, no qual dependendo do ponto de vista é um dado positivo ou negativo. Um grande agressor dessa estatística relacional são as famosas redes sócias, que tem fechado muitas mentes e cérebros ao mundo tecnológico desses canais via Notebook, tablete, celular e outros, caminhando na contramão de um bom convívio social e familiar.
            Não quero afirmar que a evolução tecnológica não traz benefícios, mas a “dosagem” do mau uso reflete na forma no qual cada ser humano a utiliza. Quem já não se pegou em um ambiente com várias pessoas, até mesmo na sua sala, o silêncio reinando, nada de conversa, mas todos conectados e navegando no seu “mundo”? E neste vagar das luzes acesas e consumir de baterias e energias é que anda sumindo a manutenção e o cuidado do relacionamento presencial humano. Já segundo a Folha UOL, uma pesquisa recentemente publicada, realizada entre diversos países, verificou que “a maioria dos jovens com até 30 anos de idade, principalmente brasileiros, preferem ter acesso à internet a namorar, ouvir música ou sair com amigos”. Com isto podemos observar que o perigo e a escassez relacional está no seu aumento constante e descontrolado.
            E o dia a dia não nos engana. Já há muito se plantou o estado comportamental dos jovens e adultos de hoje. E como será o futuro deste futuro? Já não se tem o cuidado com o próximo, o se colocar no lugar do outro, a empatia e o amor humano. O individualismo cada dia mais aflorado, onde se age e pensa em apenas no seu EU tornando o relacionamento social e pessoal em apenas um vírus cibernético de horas de conectividade e já em seu estado deplorável a cada dia menos o relacionamento pessoal e presencial entre as pessoas. Ri, conversar, olhar no olho, assistir um filme juntos, comer aquele lanche e bater aquele papo acompanhado de um bom café será mais um fato relatado nos bons livros de histórias.
Viralizou o relacionamento pessoal sem antivírus para as trocas presenciais. Pense nisto e até a próxima edição. 

terça-feira, 11 de abril de 2017



CONDUÇÃO DE REUNIÃO


            Em nossa vida profissional buscamos na sua grande maioria o galgar de degraus que elevem a sua colocação no mercado, flutuando de meios e funções organizacionais, ou seja, partindo do meio operacional, passando pelo tático até chegar ao então cargo de “chefia”, ou melhor, da liderança, onde se permeia o âmbito estratégico. Segundo o consultor de Negócios Rui Rocha “As reuniões fazem parte da rotina da maioria dos profissionais. É importante saber como se portar nessas ocasiões, pois elas podem definir o seu futuro dentro da empresa/empreendimento”.
            Além do desafio de falar em público, o que é considerado uma fobia ou trauma por muitos, ter uma boa expressão corporal é primordial, boa dicção e muito domínio do tema que será abordado deixando de forma clara a comunicação. Então, diante disto, quando se necessita conduzir uma reunião é necessário cumprir algumas etapas, ou seja, não se abre mão de um planejamento prévio e uma checagem durante a reunião e uma feedback na conclusão afim de certificar-se da assertividade e entendimento do tema.
            Primeiro você precisa entender quem você deseja que seja alcançado após a reunião, no mundo corporativo chamado de Stakeholder ou os envolvidos. Qual canal será utilizado para enviar uma sinalização/convite com data, hora e local e como será a mensagem escrita, logo após, precisa ser verificado quais materiais serão empregados, exemplo, o slide, projetor, sala, papel, etc. É primordial a construção de material para apresentação de forma coerente, com começo, meio e fim, transmitindo uma ideia estruturada. É muito importante que você tenha uma carta na mão já planejada, caso o plano “A” dê alguma falha ou aconteça algum imprevisto você não ficará na mão. Neste momento entrará em cena o plano “B”.
            Uma boa apresentação é tudo numa boa reunião. Chegue com antecedência, realize a conferência de tudo que será utilizado, coloque aquele som de fundo e a boa impressão já será deixada quando o público envolvido chegar e encontrar um orado desacelerado, organizado os recebendo com sorriso nos lábios. Interaja com seu público, troque idéias, esteja receptivo a perguntas, abra espaço para fala e troca de experiência, mas sem perde o controle e foco do tema em questão. Lembre-se que um monólogo deixa sua reunião maçante e a absorção do tema será um percentual bem a abaixo do esperado.

            Bem, aqui são algumas dicas que quero deixa para você hoje, é claro que a criatividade, o dinamismo e a forma da reunião se adequará de acordo com as suas necessidades e público alvo. Boa reunião e até a próxima.

quinta-feira, 9 de março de 2017

http://academy.finxi.com.br


TOMADA DE DECISÃO


            Hoje quero abordar um tema muito importante na vida organizacional, pública ou privada. Muito ouvi falar, isso desde cedo, quando nos entendemos por seres humanos pensantes aquela velha e costumeira pergunta: Menino, o que você vai querer comer? Já falava a nossa querida mãe na nossa pequenez humana. Nesta perspectiva jovial no sentido desta pergunta, no máximo após a nossa, na época, importante decisão, iríamos nos deparar e arcar com uma refeição ou lanche com tempero surpreendente ou frustrante.
            O tempo passa, os estudos acontecem, o crescimento é buscado e alcançado a ferro e fogo, daí acontece armazenamento do conhecimento agregado das boas e más experiências de vida, ou seja, o aprendizado decorrente do tácito e do explícito (Tácito – conhecimento adquirido com a convivência, ou melhor, com as experiências. Já o conhecimento explícito vem através do estudo e armazenamento de informações). No mundo corporativo, seja ele uma organização pública ou privada, baterá na sua porta a então responsabilidade seguida do bônus e ônus, momentos de tensão, pressão e o incomodo que norteiam a tomada de decisão.
            Ao se deparar neste inevitável momento, o profissional das mais variadas esferas organizacional necessitará unificar a sua vida de experiências e sua percepção e inteligência analítica, é fato nos resultados de sucesso após uma boa tomada de decisão. A visão do negócio é essencial neste momento e traz um grande diferencial entre os profissionais. Esse resultante poderá trazer consigo um resultado promissor, de sucesso ou um impacto negativo como já ouvimos falar em algum momento na mídia. Segundo Tomanini, ter visão significa desenvolver a capacidade de observar analiticamente os acontecimentos, se antecipar a eles e ser pró-ativo, Há quem afirme que a tomada de decisão tomada em cima de intuição poderá trazer mais resultados promissores, também há quem não abre mão de uma meta norteada através de práticas de estudos, teorias e armazenamento analíticos.
            Existem várias ferramentas que apoiam o gestor numa tomada de decisão. Dentre ela está a 5W2H, que traduzindo para o português seria: 5 W: What (o que será feito?) – Why (por que será feito?) – Where (onde será feito?) – When (quando?) – Who (por quem será feito?) 2H: How (como será feito?) – How much (quanto vai custar?). Dessa forma o primordial é que antes de qualquer tomada de decisão, o agente tenha em mente este norteamento, no mínimo. É a amplitude da decisão com foco no amanhã, seja a curto, médio ou longo prazo.
            Concluindo, pode-se afirmar que seja por sentimento, percepção ou embasamento analítico exato, a tomada de decisão requer um nível alto de responsabilidade, um aguçar de pensamentos fora da caixa, e muita razão, sem emoção, pois isto resultará num patamar muito mais promissor para seu negócio. Até a próxima edição. Abraços.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017



ADMINISTRAÇÃO EM GESTÃO


            É fato que a gestão no seu aspecto geral requer que o profissional com esta responsabilidade tenha não apenas expertise no que se refere à percepção, inteligência emocional e capacidade intelectual para tal função como também domínio e conhecimento nas ferramentas administrativa que auxilia no desenvolvimento e controle no planejamento estratégico com foco no bom resultado da sua organização. Pública ou privada.
            Não é de hoje que se estuda a administração. No decorrer dos tempos esta teoria permeou por diversos campos tais como a administração clássica criada por Henri Fayol (1841 – 1925) onde o perfil principal era focado na distinção entre finanças e produção de uma empresa, ou seja, a tomada de decisão baseada na administração baseada em divisão de trabalho, disciplina e divisão de responsabilidade. Pode-se observar a sua aplicação até os dias de hoje. Também outra teoria muito utilizada na administração atual é a do tipo científica, desenvolvida por Taylor, onde busca o equilíbrio generalista financeiro, onde a produção busca não apenas trazer prosperidade a empresa como também a valorização do funcionário. Quem não já ouviu falar em algum momento sobre trabalho em equipe, incentivo salarial e participação no lucro da empresa? Isto vem do pressuposto do conceito da teoria da administração científica. Dentre estas duas, surgiram mais teorias, baseada em estudos e com finalidade de melhorar e buscar o crescimento na qualificação de mão de obra e crescimento das organizações. Mas fundamentos sempre baseadas em estudos e ferramentas, não apenas por sentimento e aplicações vagas.
            Várias ferramentas podem suportar o gestor no momento de correr atrás de um bom resultado, seja da sua equipe como também a sua empresa. Essas ferramentas existem e foram criadas para darem uma visão mais ampla e sistêmicas do negócio. Posso citar aqui alguns exemplos, claro que há muito mais e com o passar do tempo isto se torna uma constante crescente. Por exemplo: Análise de SWOT, 5W2H, PDCA, PMO e várias indicadores que o diferencia através de análise de mercado e gráficos estatísticos. Citando um exemplo de vivencia é a prática do PDCA, ou seja, quase que insubstituível na elaboração e condução de um planejamento. Sintetizando o conceito prático, PLAN - DO - CHECK - ACT / Plan-Do-Check-Adjust), ou melhor, Planejar, Fazer, Verificar e Agir.

            Gestor. Busque seu crescimento e o da sua equipe, não apenas baseada em intuição, isto ajuda também, mas baseada em ferramentas analíticas utilizadas como bússola para um destaque, crescimento e resultado de sucesso organizacional não apenas quantitativo, mas qualitativo.  Até a próxima. Edgar de Moura.

domingo, 22 de janeiro de 2017


PLANEJAMENTO


            Esta semana veio em minha mente uma palavra muito utilizada em nossa vida, seja no ambiente corporativo, religioso ou pessoal por nome de PLANEJAMENTO. Na sua aplicação tem como principal finalidade muitas responsabilidades, entregas, disciplinas e organização.
            Daí algumas pessoas que já me deparei no meu dia a dia simplesmente o absorve de maneira muito espontânea, ou seja, já faz no seu cotidiano o planejamento um hábito, ou pelo contrário, procura de certa forma, nem tentar construí-lo, muito menos aplica-lo. Mas o que seria na prática um planejamento? Vamos de uma forma global entender e se perceber neste universo.
            O ato de planejar em si inicialmente traz para muitos o desconforte de ter que sentar sozinho ou em equipe, pensar, supor, refletir, anotar, apagar, reescrever, concordar, discordar e tudo com a finalidade de construir de forma organizada e coerente as etapas para se alcançar um bom resultado de algo. Então, dessa forma, já se pode perceber que em tudo que pensamos em realizar já está sendo um planejamento. Quem nunca deitou a noite em sua cama e ficou refletindo sobre o que iria realizar no outro dia e como seria esta ação? Aquela compra, aquele corte de cabelo, trajeto de uma viagem e muitos fatores pessoais. Isto é um planejamento.
Com relação ao ambiente corporativo, há uma notoriedade, um olhar e responsabilidade muito mais pesada e cobrada quanto a este planejamento. Este existe também quase que na sua totalidade em grupos ou equipes, registrado em várias ferramentas, acompanhados, redefinidos e aplicado. Isto faz uma empresa crescer de forma organizada e competitividade no mercado. Este planejamento existe em várias esferas dentro de uma organização, são elas: Planejamento Operacional (mão de obra – execução), Tático (execução e Supervisão) e Estratégico (planos e tomadas de decisões). Conforme Drucker (1997, p. 47) “Quando a empresa traça objetivos e metas, e busca alcançá-los, ela tem claramente definido do porque ela existe, o que e como faz, e onde quer chegar”. No ambiente de uma empresa o gestor que não construir um planejamento, garantir a sua aplicação de forma acompanhada, seja a longo, médio e curto prazo, está caminhando, não apenas a sua empresa como também sua carreira a uma total falência.

            Bem, acredito que no texto acima, deu para você perceber a importância deste tema PLANEJAMENTO (pessoal e corporativo). Um grande abraço e até a próxima. Edgar de Moura.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Fonte da imagem: http://br.freepik.com/fotos-vetores-gratis/inteligencia


INTELIGÊNCIA -  HABILIDADE OU GENÉTICA?

            Por muito tempo ouvimos falar por vários estudos e até mesmo na nossa escola que inteligência era algo destacado por aquele menino ou aquele nosso colega que servia de espelhamento e exemplo para os demais. Concentrando em si a famosa frase “menino inteligente da sala”. Mas será que esta tal da inteligência se concentra em apenas um perfil genético e super desenvolvimento de um córtex cerebral avançado no sentido de armazenamento de dados ou trata-se de um vestígio de uma boa árvore genealógica, ou melhor, passando de pai para filho?
            É fato que hoje já muito se estuda a fim de descobrir a fonte e a linha de formação e desenvolvimento de uma boa inteligência. É relatado na psicologia que nos dias de hoje chegou-se a algumas conclusões que não apenas uma genética pode contribuir para este resultado, mas que vários fatores influenciam neste estágio do conhecimento, tais como uma boa base de ensino, busca de conhecimentos, leituras, exercícios constante do desenvolvimento cerebral, experiências e outros fatores influenciadores externos. Segundo o Howard Gardner, psicólogo e professor da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, o mesmo desenvolveu a Teoria de Inteligência Múltiplas, ou seja, o mesmo afirma que “Há pessoas não inteligentes para algumas coisas, mas muito capacitadas para outras”. Com isto observa-se que esta distinção de habilidades elas se completam e chega-se ao desenvolvimento ou execução para um resultado comum.
            Por isto que se olharmos ao nosso redor nos dias de hoje podemos observar várias pessoas, cada um com uma habilidade decorrente de uma facilidade em aprender e praticar uma inteligência. Exemplo: Habilidade em tocar um instrumento, facilidade em falar inglês ou ensinar, familiaridade com números ou gestão de pessoas e por ai vai. E nesta diversidade do mundo cerebral os opostos se completam e sobrevivem ha anos neste universo da inteligência.
            Para Augusto Cury, médico psiquiatra e pensador teórico da psicologia, este afirma no livro o Funcionamento da Mente, na página 22, que “As teses da Teoria da Inteligência Multifocal não envolvem apenas os processos de formação de personalidade e desenvolvimento amplo da inteligência, tratam-se também das relações sociopolíticas, da evolução e viabilidade da espécie humana, do processo de aprendizagem e do rendimento intelectual e profissional.
            Mais uma vez entende-se que o cérebro tem seu funcionamento fatiado em fatos, teorias e dados neste crescimento da inteligência humana. Com isto não basta apenas centralizar o conhecimento teórico, é preciso também a excursão da habilidade e experiência de vida, externando uma troca de conhecimentos inteligentes com a finalidade do crescimento e conhecimento mutuo. Isto é utilizar de uma boa forma o córtex cerebral.
            Trazendo para o ensino a adulto por exemplo, o educador precisará buscar o conhecimento e teorias do seu tema e visão global, somando com as suas experiências profissionais e de vida, para assim provocar o bom estresse em sala, incomodando e explorando as habilidades de cada treinando ou aluno com o sentido racional de convergir os conhecimentos inteligentes para o bom resultado do seu ensino andragógico.
            Qual a sua facilidade ou habilidade? Utilize e faça deste diferencial o seu destaque e degrau para uma inteligência individual, somando para o conjunto de múltipla inteligência andragógica. Andragogo, seu próprio cérebro precisa de manutenção e treino para um constante crescimento comportamental. Seja inteligente. Busque seu espaço no mundo com conhecimento e ensino para adultos. Abraço. Edgar de Moura.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016


FEEDBACK – FERRAMENTA ESSÊNCIAL PARA UMA BOA GESTÃO


            Segundo o site significados.com.br a "palavra feedback tem origem inglesa e significa alimentar ou dar resposta a um determinado pedido ou acontecimento. O termo é utilizado em áreas como Administração de Empresas, Psicologia ou Engenharia Elétrica".
            Pegando este gancho, entende-se que o momento dentro de qualquer ambiente que este seja explorado, aplicado, é preciso fazer valer o fundamento do seu significado em dar respostas, e estas respostas se bem conduzida, ela traz crescimentos e resultados bastante significantes.
            O que acontece muitas vezes no ambiente de gestão é a falta de domínio e condução correta desta ferramenta, com isto acarretando na falta de credibilidade por parte do subordinado quando a percepção do seu líder e da empresa quanto ao de seu desempenho e oportunidade de melhoria. Um fator onde muitos pecam na hora de se aplicar um feedback é querer apenas falar e falar, mostrar, apontar, indicar e não para ouvir a outra parte. Este momento precisa ser reservado, quem vai aplicar a orientação necessita desprender energia e entrega e além de ouvir, precisa certificar-se ao final se a mensagem, ou a comunicação, ficou clara. Apenas assim será válida esta alimentação de informações.

Por isto esteja preparado não apenas para falar, mas também com o mesmo equilíbrio, também ouvir. Pesquise, estude, seja receptivo. Existem várias maneiras de conduzir e ferramentas que podem o ajudar e ser um puro somatório nesta troca de percepção e crescimento mútuo. A exemplo é o feedback 360° e outras mais. Grande abraço e até a próxima. Edgar de Moura.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Fonte da Imagem: http://conduta.lojaintegrada.com.br


CONDUTA. REPRESENTAÇÃO SOCIAL.


Conduta, segundo o dicionário brasileiro, é a forma ao qual o ser humano se comporta na sua vida ou representa através das suas ações. Através deste conceito pode-se observar o tanto que se fala nos dias de hoje, e o quanto se valoriza a sua presença nas pessoas. Mas na prática, não estamos no espelho e perfil ideal de ser humano. Em vários aspectos tem se apresentado em mídias e meio social os impactos que causa a falta desde valor de ações.
            O fato é tão impressionante que a cada dia a falta de conduta tem crescido que basta algum cidadão apresentar um modo de vida na sua essência normal que vira até noticiário para TV. Por exemplo, quem nunca houve que tal pessoal ou outra achou uma carteira com bastante dinheiro e procurou o dono do material para devolver e ainda mais agravante, não retirou nada do lugar, mantendo a integridade do dinheiro. Outro exemplo claro é quando algum cidadão respeita os lugares no espaço público reservado para necessidades especiais e idosos. Quando deveria ser tratado de uma maneira normal, espontânea e ainda sim respeitosa, representando aquilo que deveria ser uma conduta comum, é na verdade entendida como um maior ato de boa conduta e destaque do “mundo”.
            Segundo a autora Cassandra Vieira (2010), “O padrão de comportamento no Transtorno de Conduta se caracteriza pela violação dos direitos básicos dos outros e das normas ou regras sociais”. Entende-se desta maneira que a falta da conduta, não apenas traz resultados negativos funcionais para quem a praticou como também para a sociedade em si, pois este transtorno comportamental invade um outro espaço chamado de ética e moral.
            Atente-se ao presente e alerte-se ao futuro para também não ser mais um somador na estatística de uma conduta falida e tão mal representada pela sociedade e poderes públicos, principalmente. Que sejamos multiplicadores de boas ações comportamentais e sociais e sejamos um ponto fora deste círculo de vicio que maltratada a vida de todos cada dia mais intensamente. Abraço e até a próxima postagem. Edgar de Moura.

terça-feira, 11 de outubro de 2016


Nesta edição, disponho para vocês um artigo meu que foi publicado no site andragogiabrasil.com.br que traz os fatores importantes de um treinamento para adultos. Boa leitura.


ANDRAGOGO - FATOR IMPORTANTE EM UM TREINAMENTO PARA ADULTO.


Ainda hoje não é difícil perceber grandes oportunidades de melhorias no ambiente de ensino para adultos, ou seja, a falta da aplicação da metodologia andragógica. Isto considerando um aspecto geral nas organizações empresariais, ambiente de trabalho e não fica de fora desta estatística o espaço como também nas ambiências acadêmicas. Esta realidade ainda acontece nos dias de hoje. Ainda há divergências e contrastes indo na contramão do que deveria ser um ensino para adulto levando dessa forma a um resultado menos consistente.

É certo que em sala se utilizam e aplicam técnicas, mas é claro que nos desafios do dia a dia de ensino estas necessitam constantemente serem adaptadas conforme o objetivo e público alvo, porém nem todos os educadores estão preparados para isto. Não se pode perder de vista que a cada geração de pessoas o entendimento do perfil comportamental é preciso estar bem claro e entendido na percepção de quem irá conduzir o ensino.

Cada geração tem sua forma e característica psicológica de aprendizado. Segundo Jerônimo Mendes, 2009, “Se você conseguir conviver com quatros gerações distintas e uma nova geração que se aproxima, sua vida será uma maravilha, entretanto, isso não é tão simples quanto você imagina. Entenda as diferenças e saiba como conviver com cada uma delas no ambiente de trabalho”. Está bem nítido este desafio.

O educador precisa rever, a cada momento, sua condução e quais dinâmicas aplicar na sua aula, no seu treinamento, pois neste cenário andragógico, o que se mais exige no ambiente de aula é a flexibilidade e as trocas de experiências. Nesta metodologia não existe um processo engessado, tudo pode ser alterado quanto a condução e a maturidade do público de treinando. O sentido desta educação não está em uma linha horizontal, o professor não está um degrau a cima do grupo, mas faz parte dele, com um super desafio nas mãos, integrar o grupo valorizando as experiências de cada um e de forma muito leve convergir o tema para o objetivo esperado.

Não se vive mais no período onde o educador apenas lê slides e traz explicações baseadas em teorias, estas ciências precisam se concretizar em exemplos práticos, somatizando para o dia a dia do aluno adulto. O público precisa despertar o desejo de “comprar” a sua ideia e ver sentido e aplicabilidade na sua vida. Segundo Knowles o adulto precisa entender o que e para que eles precisam aprender, assim podem escolher por si mesmo para onde querem ir e o que querem aprender.

Não é tarefa simples, nem receita de bolo, a habilidade de lidar com cada técnica em sala de aula dentro da metodologia andragógica. No livro Andragogia em Ação de Zezina Soares Bellan, 2005, página 20, a autora escreve que “ensinar a adultos requer técnicas específicas para alcançar resultados especiais”.

Então, pense nisto antes de entrar em um espaço onde os adultos sejam seu público principal de espectadores.


Artigo escrito para o portal Andragogia Brasil por Edgar de Moura, graduando em Processos Gerenciais, Analista de RH – Treinamento e Capacitação, Instrutor Educador em Multinacional na Metodologia Andragógica em PE, RJ, SP e RJ.

terça-feira, 27 de setembro de 2016


LIDERANÇA IDEAL NOS DIAS DE HOJE.

                Com o passar do tempo a adequação e busca por qualificações para uma forma ideal de liderança com mais assertividade e melhores resultados por parte dos gestores tornou-se uma grande preocupação para a área de planejamento estratégico e RH estratégicos das mais variadas organizações empresariais. Esta gestão precisar cuidadosamente ser analítica e sempre está à frente das curvas, conflitos e tomadas de decisões. O perfil atual e de novos profissionais tem mudado bastante, obrigando as instituições readequarem sua forma de pensar e até mesmo reescrevendo seus valores, missão, visão e até código de ética.
            Esse profissional da geração comportamental, X, Y e Z, traz com cada um sua ansiedade, perfil e expectativa de crescimento a curto prazo, deixa nas mãos do líder muitas vezes uma “batata quente” para ser descascada e tirar o melhor resultado. Uma das ferramentas mais eficaz neste momento é a conduta correta de um feedback, mas sabendo que é um fato que não será uma tarefa tão fácil assim como uma “receita de bolo”, é preciso muitas trocas, estudos e análises.

            Lideranças sabe-se que existem vários tipos, para encontrar conceitos basta buscar em livro, internet, e iremos nos deparar com os mais variados artigos, teorias e estudos. Liderança autocrática, democrática, liberal, exigente, visionária, centralizadora, leader coach, lesefer e outras, cada uma com sua particularidade. Mas qual a ideal e que perfil se aplicado na forma de liderança pode-se obter o melhor resultado? Na realidade, não existe o melhor tipo, mas aquele que se aplica de maneira correta diante da necessidade e objetivo da empresa. O que também não deve ser deixado de lado sãos os traços comportamentais de cada equipe gerida. Há exemplos de equipes que a liderança precisa permear e aplicar a forma de liderança conforme os traços estatísticos de seus resultados e maturidade de auto gerenciamento, ou seja, em algum momento será necessário ser permissivo, outro precisa ser democrático, não deixando também de aplicar em outra hora a liderança autocrática e com muita atenção ser assertivo na conquista do melhor resultado para os quatro envolvidos num ambiente corporativo. O cliente, a empresa, as pessoas e a sua gestão. Mas a ideal é a gestão que se adéqua de forma rápida, equilibrada e com muita percepção analítica gerencial sem perder de foco o número mas valoriza as pessoas sobe a sua gestão. Daí sim, a liderança estará caminhando para um rumo de melhores resultados. Abraço, até a próxima edição. Edgar de Moura.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

                                Fonte da Imagem www.portalespiritualista.com.br


DOENÇAS PSICOSSOMÁTICAS

Nunca se falou e se teve tanto somatórios de doenças ligadas diretamente ao fator psicológico como nos dias de hoje. Diagnósticos com resultantes físicos patológicos, mas que estes decorrem de uma raiz oriunda do psique.
Segundo o site www.psicologiamsn.com traz bem clara a definição sobre a palavra psicossomática:
é de origem grega. É uma junção de duas palavras gregas: psique (psico – alma) e soma (corpo). E, deste modo, uma doença psicossomática é aquela que não é exclusivamente somática, corporal, mas tem origem na psique, na alma. Evidente que é difícil dizer com clareza o que é a psique. Porém, a ideia é simples: a psique inclui tudo o que não conseguimos localizar no corpo de uma maneira específica: nossas emoções, sentimentos, pensamentos. Mesmo com as descobertas da neurociência, ainda há muitas questões a serem esclarecidas quanto à localização no cérebro”.

            Se você realizar uma pesquisa poderá encontrar pessoas que sofrem de alguma doença, reação alérgica, dores contínuas e muitas vezes ligadas a momentos de tensão ou ansiedade, ou seja, reação diretamente ligada ao emocional. Não é fácil se chegar a um diagnóstico preciso, pois geralmente se não identificada corretamente esta será associada a uma simples virose, mas que na verdade, não há uma causa definida diretamente corporal, mas sim ao cérebro, ao psicológico. Há casos em que muitos exames são realizados a fim de se chegar a uma definição clara quanto a um quadro, do tipo: Exames de sangue, alergogistas, neurológicos, clínicos, cardiologistas e muitos mais, mas ao final, nada, nenhum resultado definitivo e positivando para causa originária física. Na verdade está ligada ao psique e um mais ideal é um tratamento com psicólogos.
Muitas são as doenças resultantes de fatores psicossomáticos. Pressão arterial alta, insônia, inchaços alérgicos, alergias, tosses, dores de cabeça, intestino preso, aumento dos batimentos cardíacos, dor no estômago, náuseas,
Psoríase e outras.

            O remédio é muito desafiador nesta doença ligada ao estresse e emocional, segundo artigos e estudiosos, o remédio mais desafiador é o autocontrole, se conhecer e neste estágio buscar o ponto de equilíbrio. Em alguns casos mais graves, este equilíbrio só se alcança a base de remédios que ajudam a controlar a ansiedade e o estresse, mas isto como já se sabe, apenas transcritos por médicos. Até a próxima. Abraços. Edgar de Moura.

domingo, 4 de setembro de 2016


Espelho de Cristo

Em Julho deste ano lancei no mercado o livro por título Você! Espelho de Cristo. Quando comecei a escrevê-lo, ano passado, passei em torno de oito meses. Escrevendo sempre pensando em não direcionar-me a um contexto de religiosidade, mas fundamentos onde o leitor possa ler e ter em suas mãos um material baseado em princípios verdadeiramente no que Cristo nos ensina e espera que cada um que fomos criados a sua imagem e semelhança, a cada dia, procuremos fazer e trazer em nosso comportamento a fim de agradar.
Nos dez capítulos desenvolvidos que vai desde o verdadeiro sentido de ser um ministro do Senhor, passando por temas como dom versos caráter e permeando também no sentido da fé rotativa, abordo um texto de fácil leitura, clara, fazendo paralelos com experiências de vidas, referências bíblicas e didáticas gramaticais trazendo ao final de todos os capítulos questionários que estimulam o leitor a realizar uma autoanálise e reflexão além de estímulo para discurso em grupo.
Te convido a mergulhar neste novo universo do meu livro, Você! Espelho de Cristo e perceber que a mudança e o comportamento para trazer uma vida cristã e um ambiente entre os seres humanos bem mais sadio é bem menos complicado do que vivemos ou conhecemos ser. Deixo abaixo uma frase desde material para a nossa reflexão. Abraços. Edgar de Moura.

“O grande mal deste século é o tal do estresse. Tudo é ele, muitas consequências vêm dele ou se trata de algum reflexo do comportamento físico e psíquico. As vezes as nossas atitudes, pensadas ou não, simplesmente são justificadas igualmente a todos: “Ah, foi estresse! “, “é o estresse! ”, quando muitas vezes não se trata da grande carga psicológica existente, mas sim, da falta do moldar comportamental ou de caráter ou até mesmo resposta das nossas escolhas e decisões na vida”.


sábado, 20 de agosto de 2016

Fonte da imagem: http://blogues.publico.pt/


O ANONIMATO REVELA MUITO MAIS O QUE SOMOS


É a Ética, é a Moral. E tudo em algum momento se cruza ou precisa andar de mãos dadas. Comportamento distintos, mas que se completam. A Ética é tudo que o indivíduo apresenta publicamente na sociedade. Isto pode-se afirmar cientificamente, e em paralelo, vem em seu carrinho intelecto a tal da moral. E o que seria então esta tal de moral, ao contrário da imagem social, a moral ela expressa o que intimamente somos, o verdadeiro “ser” do eu.
Cada dia, no comportamento humano se prioriza mais a imagem ética do que a ética moral, e este cenário não está apenas ligado a politicagem brasileira, se é que podemos tomar como explícito exemplo, mas é muita coisa para se mergulhar e não vamos entrar em um lugar tão longe e obscuro. Não basta ir muito longe e nem realizar estudo científicos muitos aprofundado para se perceber que a cada novo dia e ano a moral tem sido sufocada e grande maioria da população do mundo vive e se entrega ao uma boa imagem pública do que na realidade viver aquilo que se prega. Por exemplo: Um cidadão trabalha, se esforça e busca a imagem pública polida a refletir um reluzente indivíduo transparente, bondoso e comprometido com tudo e todos, mas basta descobrir o intimo que muitas vezes nos deparamos com coisas que ficamos de boca aberta, estático. Basta rever noticiários onde empresários de nome no mercado é pego por investigações aplicando aquilo que moralmente não é lícito.
O individualismo tem crescido e não é surpresa afirmar que a palavra “nós” tem se apagado dando lugar ao “eu”. Em tudo, bastar dirigir um veículo no trânsito agitado nos dias de hoje e você percebe bem aflorado o que estou falando. Acabou o amor pelo próximo e a essência humana de ser. A pessoal se faz e se mostra uma super e amável pessoal, mas no seu interior todo esse teatro da vida na realidade ela não existe.
            Quem lutemos e venhamos viver uma pessoa por completa, pois vale a pena transparecer e se aquilo que queremos mostrar socialmente. Os exemplos, ações, atitudes eles falam por si só. O anonimato revela muito mais o que somos do que um dia a dia de reluzentes de horas sociais.


segunda-feira, 8 de agosto de 2016


O ANDRAGOGO

            Quando falamos nos momentos atuais sobre treinamentos, aulas e um ambiente onde o principal treinando são pessoas adultas há uma extrema necessidade e desafio do professor ou instrutor mudar a chave psicológica, sair do degrau de professor e se desafiar no mundo do educador, deixando a condução que muitas vezes se é aplicado nos ambientes de ensino que é a pedagogia e se “jogar” no ensino totalmente voltado a metodologia Andragogia.
            Na metodologia do ensino para adultos o educador precisa desenvolver um momento de muitas trocas, dinâmica, construção em conjunto, tudo isto com a finalidade de alcançar o objetivo e o resultado de uma forma muito mais consistente. Esta condução precisa perfilar de forma leve, menos expositiva e mais dialogada, exigirá muitas trocas, sem perder o foco e o resultado. A valorização das experiências do aluno em sala é outro fator muito importante, neste momento valorizando a pessoa e trazendo a divergência para uma convergência, dessa forma fazendo o público alcançar e entender o real motivo de se absorver as metas e mais que isto, os alunos adultos se engajarem nos temas e despertar em cada um o senso de pertencer à instituição ou corporação.
            Existem três pilares que o adulto no seu inconsciente tem a necessidade de saciar para se comprometer com um objetivo ou tema, do outro lado o educador precisar trazer uma aula permeando esses pilares, respondendo e saciando esta necessidade. Quais são estas perguntas que todos os alunos, independente da instituição tem em seu psicológico na hora de um treinamento ou aula? O adulto precisa entender: O porquê? Para que? Como (exemplo prático)? Com isto a participação será muito mais intensa.

            Com isto entende-se que a forma não é tão simples conduzir uma aula para um público adulto, mas também não há segredos inalcançáveis. É preciso está muito receptivo e disposto a ter uma percepção para entender se seus alunos ao final de cada aula, trarão um nível muito mais satisfatório para o seu resultado e o objetivo da organização. Disposto a mergulhar neste mundo e se tornar um Andragogo? Grande abraço. Edgar de Moura.

quinta-feira, 28 de julho de 2016


ENTREVISTA COM A MUSICISTA E EDUCADORA MUSICAL KATY SOUZA

Hoje queremos trazer para você uma super entrevista que realizamos com professora, educadora, produtora, compositora e arranjadora Katy Souza. Casada, residente na cidade de Recife – PE, carrega em seu currículo uma vasta experiência e participações no mundo profissional da música, tanto no meio secular como gospel.
Estudou Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Pernambuco é pós-graduada em Metodologia do ensino da Música pelo IBPEX- Curitiba, além de curso de musicoterapia (SNTB) e teclado popular pela escola de Artes João Pernambuco.  Compõe o corpo de professores do Conservatório Pernambucano de Música, Colégio Municipal Altair Porto em Caruaru e Colégio Americano Batista, além de tocar vários instrumentos e produzir e gravar vários cantores em Pernambuco é maestrina do coral da igreja Libertas na Imbiribeira.
Veja a baixo o que este renomado ícone da música contemporânea falou ao nosso blog:

Blog: Te acompanhamos no mercado da música e observamos o seu profundo envolvimento com o mundo da música profissional, seguido de uma carreira bastante promissora. Quando começou esse despertar para o lado musical. E porque se identificou com as teclas?
Katy: Em primeiro lugar, quero agradecer o carinho e o reconhecimento vindo de músico pra músico. Tendo em vista que a sinceridade musical no meio artístico não tem sido verdadeira. Ou seja, músicos falam mal de seus “amigos” músicos e por ai vai...
Minha primeira experiência com a música começou na igreja cantando no antigo grupo Herdeiros de Sião, onde meu pai era o diretor. O interesse pelas teclas surgiu quando o tecladista da banda tinha um sério problema de esquecimento, não sei se amnésia, ou algum outro tipo de problema de saúde... Lembro-me de ter cerca de dez anos de idade. Ficava assistindo aos ensaios no terraço da minha casa, e a partir daí comecei a ver um problema que aparentemente só eu percebia.
A banda ensaiava aos sábados e geralmente se apresentava aos domingos e na hora das apresentações o tecladista esquecia as notas, os tons, enfim, a linha melódica das introduções etc... Senti-me na obrigação de ajudá-lo começando então a brincar com as notas do meu tecladinho. No começo era apenas uma brincadeira de criança... Eu passava horas em meu quarto ouvindo as músicas da banda e pegando as introduções de ouvido. Enfim chegou o momento em que a banda iria se apresentar e o tecladista não se lembrava da introdução da primeira música. Vi meu pai desesperado, o guitarrista tentando solfejar algumas notas e toda banda preocupada.  Meu pai me chamou para tocar no teclado a introdução da “tal música”. Nesse momento em diante começa minha história com as teclas: uma menina de quase  dez anos tocando a introdução de uma música com apenas a mão direita. As crises do tecladista foram piorando isso o levou a se afastar da banda e a partir daí comecei a ser a tecladista do grupo Herdeiros de Sião da Igreja Assembléia de Deus em Areinha - Camaragibe. Eu ainda iria completar meus dez aninhos.

Blog: Conte-nos quais as suas influências musicais e quem te inspirou a ser esta musicista que você é.
Katy: Minhas influências foram as músicas evangélicas. Hoje entendo o quanto é importante para um músico iniciante começar a tocar na igreja e “quebrar a cabeça” para encontrar os tons dos hinos congregacionais. Nossa Que escola boa foi a minha!

Blog: Hoje você dar aula, produz, compõe, arranja e é educadora musical. Para você qual é o maior desafio com relação ao mercado musical e de se viver de música em Recife?
Katy: Recife é uma terra maravilhosa, mas com um mercado musical que não valoriza os músicos da terra. Tenho muitos amigos e grandes produtores musicais que saíram de Recife para tentar uma vida melhor, pois aqui a vida de um músico mal dar pra pagar as contas! Meu desafio em estudar, e ter uma formação foi justamente buscar uma renda melhor, digamos que algo “certo”. Os concursos exigem uma formação, ou seja, além de ter habilidade musical você precisa ser um profissional reconhecido pelo MEC para atuar em escola regular ou específica. Mas nada foi fácil para chegar aonde cheguei. Lembro-me do início difícil a começar pelo vestibular. Apesar de um curso pouco concorrido, o vestibular para Licenciatura em música pela UFPE querer bastante conhecimento musical e dos demais assuntos.

Blog: Explique aos nossos leitores qual a diferença entre ser professor musical e educador musical.
Katy: A diferença entre professor e educador, no meu pronto de vista como profissional da área de ensino, é que professor é apenas uma profissão, podendo ser exercida por “qualquer pessoa” que tenha uma habilitação para este fim. Educador ao contrário, não é profissão, mas dom, somente quem ama ensinar pode ser educador, mesmo parecendo que o trabalho é o mesmo, na verdade não é. O professor é o transmissor do conhecimento durante o período em que está na escola. O educador é em todo tempo, o tempo todo, chegando muitas vezes a fazer  o papel da família na vida de um aluno.

Blog: Hoje você ministra aulas em várias matérias. Quais são elas e quais instituições você ministra?
Katy: Percebi que atuar em várias áreas da música é um caminho muito proveitoso para um educador musical. Hoje trabalho em três escolas, sou educadora musical dos 1º, 2º e 3º anos da escola Municipal Altair Porto em Caruaru. No Conservatório Pernambucano sou professora de Teclado e no Colégio Americano Batista trabalho com educação musical com ênfase em musicais onde os alunos tem aula de canto coral, história da música e da orquestra. Estamos preparando um musical para o Literaprosia onde os alunos cantam e interpretam vários personagens. Na Igreja sou maestrina do coral Libertas, e ainda arrumo tempo para um Projeto infantil Cantarolando a Bíblia, onde bonecos fantoches contam e cantam as histórias da bíblia.  Agradeço a Deus todos os dias pela versatilidade que Ele me deu em desenvolver diversos trabalhos ao mesmo tempo.

Blog: Na sua vasta experiência no meio musical, poderia nos citar algumas participações, tanto no âmbito gospel como secular?
Katy: No meio Gospel comecei a produzir com 17 anos. Meu primeiro trabalho profissional, digamos assim, foi participar como tecladista e arranjadora da Cantora Sheley Morais, hoje ela vive em Manaus, é professora de canto e tem uma carreira sólida na música. Por cerca de dois anos fui tecladista convidada do cantor Marcos Antônio, Depois vieram outros projetos: grupo Vida Nova, Cantora Rosa Borges, Projeto quem canta é mais feliz (produzi durante cinco anos de 2007 à 2012), tenho uma parceria sólida com o colégio Ello de Boa Viagem, há cinco anos onde produzo as trilhas sonoras do espetáculo “Magia de Ler”. Enfim também produzi o Grupo Libertador dentre outros. Na área de composição, a dupla Renato e Suzzanna gravaram a minha música “Minha casa é do senhor”, a Cantora erudita Iza Delucena (EUA) a música Exaltarei, que é o tema do seu primeiro CD. Com a banda Kairós, tenho uma parceria nos 2 CDS, onde sete musicas são de minha autoria. Na área de jingles empresas como a Coca-cola (campanha da garrafa retornável), IOR (instituto de Olhos do Recife), Jairo Rocha Imobiliária, Prefeitura do Recife, auto escola Shalom, Habiserve, Winterville etc. No meio secular O cantor Santana (o cantador) gravou a música “Pernambuco o chão nosso de cada dia” em parceria com a professora Nadir . Trabalhei como tecladista de diversos artistas. As duplas sertaneja Mano e Mariely, Luiz e Davi, orquestra só mulheres dentre outros.

Blog: Quais são os projetos que você já participou e quais os projetos futuros na sua carreira?
Katy: Durante oito anos desenvolvi um projeto de musicoterapia no departamento de extensão da UFPE, onde pessoas da terceira idade aprendiam a teoria musical + teclado. Esse projeto ficou marcado na minha vida. Vi pessoas serem curadas através da música. Problemas de depressão, pessoas que não se socializavam mais, tiveram a possibilidade de viver uma nova vida. O livro “Cantarolando com Tia Katy” foi outra experiência muito boa, eu sentia a necessidade de material didático por parte de editoras. Fui à luta passei cerca de dois anos para finalizar, com temas educativos e os princípios básicos do ensino da música, este livro teve a participação dos meus alunos do Conservatório Pernambucano de Música e hoje o livro é adotado em diversas escolas inclusive no Colégio Americano batista nas turmas dos 6º anos.
Dentre outros projetos, o mais recente é o Cantarolando a Bíblia. Este sim foi um desafio pra mim e para minha amiga a produtora musical Erika Estevão. Lembro-me que passamos cerca de dez horas para gravarmos as vozes de uma única musica, na verdade o musical Moisés e Faraó foi, até agora, o maior desafio da minha vida. No momento estou trabalhando no DVD do Cantarolando e me dedico à área de ensino e produção musical.

Blog: Sabemos que nos dias hoje, a mulher ocupa um papel e espaço que tem a cada dia crescido, mostrando na sua essência a capacidade de lidar com vários desafios ao mesmo tempo. Para Katy, como é lidar com o mundo profissional e ainda tomar conta de uma família? Nos conte este segredo.
Katy: Não tem segredo. Pra vencer os desafios da vida, o segredo é lutar. Acorde cedo, trabalhe, corra atrás dos seus objetivos. Tem gente que espera pela sorte ou pelos outros. Eu não espero. Eu corro atrás e sempre peço a Deus saúde para encarar a vida e os problemas de frente. Já passei por muitos momentos difíceis e a fé em Deus foi a minha arma para me manter no foco. Não é fácil a vida de uma musicista nem todo homem entende, tenho sorte de ter um esposo dedicado a mim e a nossa família. Marcos é o meu companheiro e me apoia em tudo. Quando digo em tudo, é tudo mesmo. Estamos juntos há cinco anos e ele encara até minhas produções mais loucas (brincadeira). Ele faz o papel da vovó Laurinha no Cantarolando a bíblia e me diz sorrindo: Nunca pensei em fazer uma voz de velha, só minha esposa pra me fazer encarar isso! E é assim que vivemos, muita compreensão, companheirismo e dedicação um ao outro. Só consigo dar conta de tudo graças e Deus e meu esposo Marcos PL.

Blog: Como fazemos para contratar a Katy Souza e quais os serviços que você dispõe ao mercado musical hoje?
Katy: Para me contratar ou trocar algumas ideias é simples. Entre em contato comigo pelo e-mail: studioksmpl@hotmail.com ou pelo telefone (081) 87298895.

Blog: Poderia deixar uma mensagem, frase ou reflexão.
Katy: Música é a arte que toca a alma, nunca envelhece. Apenas se utiliza dos seres humanos de cada geração. Katy Souza.